O reajuste anual dos medicamentos no Brasil será de até 2,47% em 2026, o menor índice em quase duas décadas e abaixo da inflação acumulada de 3,81%. A definição segue regras legais e será oficializada pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, refletindo uma queda contínua desde 2023 após anos de aumentos mais altos, que chegaram a ultrapassar 10%.
Na prática, o aumento não é automático: farmácias e fabricantes podem aplicar reajustes menores ou até manter os preços, dependendo da concorrência. O modelo leva em conta a inflação medida pelo IPCA e desconta ganhos de produtividade da indústria, garantindo equilíbrio entre acesso da população e sustentabilidade do setor farmacêutico.
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