IVÂNIA FÁTIMA CADORE
Última atualização: 2026/06/24 9:11:051- Conta um pouco da vida?
R: Agradeço a você Ivânia pelo convite e pelo espaço através do Jornal e Tv GC.
Comecei em Passo Fundo, minha cidade natal. Por isso, esse romance tem tanto a ver com Passo Fundo. Mas a heroina, por exemplo, é inspirada numa senhora aqui de São Miguel do Oeste.Com trinta e sete (37) anos de jornalismo! Eu sempre li e escrevi. Agora que estou longe do jornalismo, passei a escrever livros. Escrevo todos os dias. Lei e escrevo. Agora, passar para livros foi o caminho natural. Tem muito mais histórias vindo pela frente ainda.
2- Conta um pouco do príncipe das Astúrias como foi surgindo?
R: O Príncipe nasceu de uma pesquisa que eu fiz na Biblioteca Pública Nacional, sobre o naufrágio desse navio, em 1916. Daí, baseado nessa tragédia real, resolvi fazer uma história de amor. Criei personagens e desenvolvi a história a partir do acidente.
Depois do acidente, a história se passa na periferia de Passo Fundo. E aí é que a história fica mais interessante. Hoje, eu acho que o Príncipe das Astúrias é o meu melhor livro. Mas como todo pai, ama seus filhos. Quem sabe o próximo não seja ainda mais interessante?
3- Participou de algum prêmio literário?
R: Participei do Prêmio Jabuti de Literatura e até estive no standt do prêmio, na Bienal de São Paulo, tirei fotos e tudo. Até com o troféu. Mas fui só indicado, pela minha editora, não me inscrevi para tentar o prêmio Jabuti e nem outro qualquer. Se algum dia ver algum, será bem vindo, mas não é isso que estou buscando. Eu quero, na verdade é contar histórias.
4- Como o senhor vê sua vida antes e agora nesse mundo literário?
R: Eu sou um cara realizado. Fiz tudo o que eu sonhava e muito mais. Jamais imaginei lançar um livro na Bienal de São Paulo. Agora, no final do ano, deve sair mais um, na Feira do Livro de Porto Alegre. Ainda estou trabalhando para viabilizar isso. Mas antes, deve sair a biografia do Seu Olímpio Dal Magro, um livro com capa dura, uma trabalho bem bacana, junto com a família Dal Magro.
5- Uma frase:
R: Sem a Luz Divina, não existe escritor, nem pai de família, nem jornalista, nem advogado, nem nada.
Agradeço a atenção!
Carinhosamente, Ivânia Fátima Cadore.
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