Com a ampliação, a unidade administrada pelo Instituto Santé passa a contar com 15 leitos de terapia intensiva
Ricardo Orso / Rede Peperi
Última atualização: 2026/08/11 4:28:44O Hospital Regional Terezinha Gaio Basso de São Miguel do Oeste, iniciou nesta segunda-feira, 10, a operação de cinco novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto. Com a ampliação, a unidade administrada pelo Instituto Santé passa a contar com 15 leitos de terapia intensiva.
Na manhã desta terça-feira, 11, 11 dos 15 leitos estavam ocupados, o equivalente a 73% da capacidade disponível.
Para colocar os novos leitos em funcionamento, o hospital contratou 20 profissionais, entre médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem e fisioterapeutas. Segundo a instituição, o reforço segue as necessidades do setor e as normas previstas para unidades de terapia intensiva.
A obra física da UTI foi concluída no início de julho. O investimento nas intervenções realizadas no hospital é de aproximadamente R$ 1 milhão, sendo R$ 190.985 destinados à UTI, R$ 596.930 ao Centro Cirúrgico e R$ 210.336 à Central de Material e Esterilização (CME).
Na UTI, as intervenções foram realizadas no espaço já existente, com reorganização e adequação dos ambientes. Os trabalhos envolveram uma empresa terceirizada e as equipes de manutenção e engenharia do hospital.
Além das obras, outros R$ 580 mil foram investidos em equipamentos para os cinco novos leitos, incluindo camas hospitalares, monitores, ventiladores pulmonares e estativas de teto.
Conforme o diretor-geral do HRTGB-Santé, Rodrigo Lopes, a ampliação busca atender à demanda por terapia intensiva na região e no Estado. Os novos leitos estão integrados à rede estadual.
As intervenções no hospital continuam no Centro Cirúrgico e, posteriormente, avançam para a CME. No Centro Cirúrgico, os trabalhos incluem substituição de revestimentos de piso, forro e paredes e readequação dos ambientes.
A reforma foi dividida em 14 etapas para reduzir os impactos na rotina assistencial e manter o funcionamento da unidade durante os serviços.
Na CME, o projeto prevê a readequação dos fluxos operacionais, ampliação das áreas de lavagem e armazenamento de materiais esterilizados e reforma do setor, com foco na segurança e funcionalidade dos processos.
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