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São Miguel do Oeste ganha quase três novos moradores por dia e deve alcançar 50 mil habitantes no início de 2028

O crescimento populacional reflete a força de São Miguel do Oeste como polo econômico, educacional e de prestação de serviços no Extremo-Oeste de Santa Catarina

Ascom São Miguel do Oeste

Última atualização: 2026/08/31 3:30:14

São Miguel do Oeste continua em forte ritmo de expansão e caminha a passos largos para atingir uma marca histórica no desenvolvimento regional: a marca dos 50 mil habitantes, projeção que deve se concretizar já no início de 2028.

De acordo com levantamento baseado nas Estimativas da População divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município atingiu 48.490 habitantes em 2026. Na comparação com o Censo Demográfico de 2022, quando contava com 44.330 moradores, São Miguel do Oeste registrou um ganho de 4.160 novos habitantes em apenas quatro anos, uma alta de 9,4% no período.

Aceleração no ritmo de crescimento

O levantamento revela uma mudança significativa na velocidade com que a cidade atrai e ganha novos moradores:

De 2010 a 2022: No intervalo de 12 anos entre os dois últimos censos, São Miguel do Oeste registrou uma média de crescimento de 1,85 novos habitantes por dia.

De 2022 a 2026: Nos últimos quatro anos, essa média deu um salto expressivo, passando para quase 3 novos habitantes por dia (aproximadamente 2,85 moradores/dia, ou 1.040 pessoas por ano).

Com essa aceleração, faltam apenas 1.510 habitantes para que o município alcance o patamar de 50 mil moradores. Mantido o ritmo atual de crescimento contínuo, a estimativa oficial do IBGE deverá cruzar essa marca emblemática nos primeiros meses de 2028.

Impacto e representatividade

O crescimento populacional reflete a força de São Miguel do Oeste como polo econômico, educacional e de prestação de serviços no Extremo-Oeste de Santa Catarina.

Além do impacto direto na economia e no mercado imobiliário local, os dados populacionais do IBGE são cruciais para o planejamento do setor público, servindo de base para o repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e para o dimensionamento de políticas públicas em saúde, educação e infraestrutura.

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