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Audiência debate modelo de gestão do SAMU

A possível integração do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Corpo de Bombeiros Militar (CBM-SC), proposta que vem sendo estudada pelo governo do Estado, esteve no centro dos debates realizados em uma audiência pública promovida pela Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa

Audiência debate modelo de gestão do SAMU
Para o deputado Neodi Saretta, presidente da Comissão de Saúde, o Samu é essencial para Santa Catarina e para a sociedade, e há uma preocupação sobre a mudança nas centrais de regulação, no novo modelo de gestão. “Queremos que estas propostas sejam colocadas de forma clara e que tenha a ampla participação da comunidade.” O Samu possui atualmente 8 centrais de regulação, 96 unidades de suporte básico e 23 de suporte avançado, além de duas unidades helicópteros e um avião. Somente no último ano foram prestados 324 mil atendimentos.Já a gestão do serviço é de responsabilidade das prefeituras e a operacionalização dos serviços, pela organização social Sociedade Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM).Segundo o deputado, os servidores do Samu são contra a proposta de integração do Samu aos Bombeiros. Para eles, essa proposta tem vários problemas, por isso pedem que o governo reveja sua decisão. Presente à audiência, a superintendente de Serviços Especializados e Regulação da SES, Karen Cristina Leopoldo, afirmou que o governo passou os últimos seis meses preparando uma proposta para o Samu, mas que não há planos de transferir os atendimentos prestados pelo órgão. “A parceria que está sendo estudada é no sentido de somar esforços para trabalharmos juntos, visto que as duas instituições atuam no atendimento hospitalar, mas em nenhum momento a proposta é substitutiva. São processos de trabalhos distintos e que serão preservados”, conclui.
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