“QUANDO FOREM PUBLICAR ALGUMA COISA, PARAR COM ESSE DISCURSO ESQUERDISTA. SE VOCÊS ACHAM QUE NÃO ESTÁ BOM ASSIM VÃO PRA CUBA, LÁ TEM DISCURSO PRA VOCÊS. A liberdade aqui é seguir à risca O LULISMO, O CHAVISMO, MADURISMO, AQUELE QUE GRAÇAS A DEUS FOI EMBORA DE CUBA, QUE NEM QUERO LEMBRAR O NOME DAQUELE CARA…tem que seguir esse tipo de exemplo? “. O Portal Desacato – A mídia dos Trabalhadores/as há 10 anos possui atuação diária no Brasil e em países como República Dominicana, Honduras, México, Argentina e Venezuela, com colaboradores ainda no País Basco, Espanha, Itália, Inglaterra, Chile, Peru, Colômbia, Palestina, Portugal. Há três anos o Portal está presente no Oeste Catarinense denunciando as injustiças e principalmente mostrando as lutas e as conquistas das comunidades, organizações, sindicatos, movimentos e pastorais sociais. A tarefa do Portal Desacato é informar e dar visibilidade às causas sociais e culturais.A frase “Política Prostituta” foi escrita em uma das faixas. A palavra prostituta sempre foi utilizada na história como uma “troca de serviços” onde inclusive existe exploração, desvalorização, apropriação do corpo das mulheres para satisfazer os desejos masculinos. Em toda história também a palavra “prostituta” é mencionada para ás mulheres, jamais um homem foi chamado de “prostituto” em razão de o termo ser “pesado e pejorativo” aos olhos da sociedade patriarcal e machista. A frase em questão, “política prostituta” foi elaborada a partir desse viés, de enfrentamento inclusive ao uso do termo que incomoda esses homens subservientes, que hoje estão no poder e se vendem para a política do capital, da exploração, da intransigência. Respeita-se, sobretudo a profissão das mulheres que trabalham em casas noturnas ou mesmo nas ruas, um trabalho que afronta o conservadorismo histórico. A punição para uma ação popular nas ruas, que denuncia a venda do território, das águas, dos recursos que estão contidos na Amazônia é legítima. Repudiamos sim o governo imposto e representado por Michel Temer bem como todos os seus aliados e sócios que desejam que trabalhadores e trabalhadoras não se aposentem e que tenham que viver em ambientes de trabalho colocando em risco sua saúde e dignidade enquanto seus protegidos roubam malas de dinheiro, saem do país e tem uma vida de luxo e regalias. A luta pelos direitos das mulheres, dos homens, da comunidade LGBT, dos indígenas, imigrantes, camponeses/as, operários/as está fundamentada num sonho de construir uma sociedade onde o respeito pelas diferenças e pela liberdade seja a linha condutora de todo processo social, político, econômico, cultural. Se os anseios dos vereadores que moveram essa moção sejam de punir através da “justiça” quem faz luta em defesa da vida, que encaminhem essa ação e digam para toda a sociedade: De que lado realmente vocês estão? Onde podemos encontrar as “pichações” que degradam o patrimônio público? Onde estão as contas do governo “transparência” que apontam gastos com esses “vândalos” que lutam por justiça e soberania? Confira a nota na íntegra: http://wp.me/p4tIIo-IbE”. Até a vitória!
Censura: 40 minutos de acusações em São Miguel do Oeste/SC
Nota: “A Frente Brasil Popular - Região Extremo-oeste do Estado de Santa Catarina, vem a público manifestar seu repúdio quanto as falas de vereadores de São Miguel do Oeste/SC, que na sessão da última terça-feira, dia 19 de setembro de 2017, colocaram para votação a moção de apelo de número 0054/2017 que trata de censurar as manifestações populares feitas no dia sete de setembro pelo Grito dos/as excluídos/as e também, pela censura ao Portal Desacato



