1 – Pai e mãe (responsáveis) precisam incluir nas regras da casa, por exemplo: se o uso do celular nas refeições é proibido, os pais também devem respeitar a combinação;
2 – Reserve tempo para estar em família sem a interferência dos eletrônicos;
3 – Crie regras em conjunto, possíveis e com bom senso para que sejam cumpridas. Porém, lembre-se: a principal responsabilidade de definir as referências de bom uso e da tecnologia é dos pais;
4 – Crie espaços de reflexão e diálogo sobre as novidades quer surgem nos Smartphones e na internet;
5 – Faça com que os diálogos sejam agradáveis e não sermões intermináveis que afastarão em vez de aproximar os jovens;
6 – Exercite a escuta! Pergunte querendo saber. Tenha paciência, sobretudo se a opinião do seu filho for diferente da sua. Em outro momento, quando for adequado, coloque sua visão sobre o tema sem desqualificar a dele. Isso estimula a reflexão ou simplesmente quiser compartilhar experiências;
7 – A tecnologia tem a função de servir e não afastar, deve ser usada para fortalecer a vida, diminuir as distâncias, facilitar o aprendizado;
8 – Não é a tecnologia que nos faz perder os filhos para o mundo virtual, e sim a postura dos pais. Creia e confie quer você como pai ou mãe (ou responsável) tem tudo o que é necessário para guiar os filhos. Se está confuso, busque ajuda! Você é importante demais para eles e se estiver bem, se sentirá forte para criar um futuro saudável.
Fonte: Psicoterapeuta Maria Inês Araújo Garcia Silva, do site Educando Nossos Filhos




