Porque a automedicação não é segura?O cirurgião e especialista em cirurgia bariátrica, Marcos Pelegrini, falou à reportagem do Jornal Gazeta sobre o que deve ser considerado quando trata-se da automedicação. Dentro da sua área de atuação, o profissional destacou que já atendeu alguns casos onde as pessoas solicitaram uma consulta e verificou-se que a doença já estava em estágio avançado. “O organismo humano responde de várias formas, o mesmo medicamento pode ter efeitos diferentes nas pessoas que tem o organismo diferente. Por isso muitas vezes as pessoas chegam até o consultório com gastrites, úlceras, sangramentos pelo uso prolongado de medicamentos”, contextualizou.Pelegrini deu o exemplo de medicamentos como o Omeprazol, que tive um desempenho importante no tratamento de úlceras mas que o seu uso indiscriminado trouxe efeitos contrários em diversos pacientes. “O Omeprazol é um medicamente excelente, foi uma arma potente mas o uso indiscriminado pode mascarar um tumor, uma úlcera. Muitas vezes você trata aquele sintoma, a dor, mas quando vai fazer o diagnóstico percebe que a doença está em estágio bem avançado”, alertou.
Riscos de mascarar doenças graves aliviando os sintomas
É difícil encontrar alguém que nunca tenha se automedicado. Comum é ir até a farmácia e solicitar um anti-inflamatório, um remédio para dor de cabeça, para aliviar cólicas e outros sintomas corriqueiros. Mas você já pensou nos riscos da automedicação? A reportagem do Gazeta conversou com o cirurgião e especialista em cirurgia bariátrica, Marcos Pelegrini e com a farmacêutica Taisa Paula Giacomini para falar sobre esse tema

Porque a automedicação não é segura?O cirurgião e especialista em cirurgia bariátrica, Marcos Pelegrini, falou à reportagem do Jornal Gazeta sobre o que deve ser considerado quando trata-se da automedicação. Dentro da sua área de atuação, o profissional destacou que já atendeu alguns casos onde as pessoas solicitaram uma consulta e verificou-se que a doença já estava em estágio avançado. “O organismo humano responde de várias formas, o mesmo medicamento pode ter efeitos diferentes nas pessoas que tem o organismo diferente. Por isso muitas vezes as pessoas chegam até o consultório com gastrites, úlceras, sangramentos pelo uso prolongado de medicamentos”, contextualizou.Pelegrini deu o exemplo de medicamentos como o Omeprazol, que tive um desempenho importante no tratamento de úlceras mas que o seu uso indiscriminado trouxe efeitos contrários em diversos pacientes. “O Omeprazol é um medicamente excelente, foi uma arma potente mas o uso indiscriminado pode mascarar um tumor, uma úlcera. Muitas vezes você trata aquele sintoma, a dor, mas quando vai fazer o diagnóstico percebe que a doença está em estágio bem avançado”, alertou.



