Quando chega a casa, o que é que prefere? Ficar, sozinho(a), durante alguns minutos para “desligar” do stress do trabalho e só depois conversar com a pessoa de quem gosta? Ou é daquelas pessoas que entra em casa pronto (a) para “descarregar” tudo aquilo que lhe aconteceu?
Pessoas diferentes têm necessidades diferentes. E está tudo bem. Pelo menos, na medida em que essas diferenças não se transformem em uma queda-de-braço. Se os membros do casal respeitarem as diferenças, é mais provável que encontrem uma solução de compromisso a propósito do momento mais ajustado para que estas conversas aconteçam.
Às vezes, estas conversas a dois acontecem ao longo do jantar, com o “ruído de fundo” das crianças, da televisão e de outras distrações. Em outras vezes, acontecem no final da noite, na cama. O importante é que nos disciplinemos para que aconteçam e que aceitemos as limitações e imperfeições da vida no dia-a-dia.
Ao contrário do que possamos idealizar, a maior parte dos casais não têm tempo para conversar diariamente, acompanhamos por pequenos rituais (um chimarrão, um café, um copo de vinho…) num ambiente sossegado sem interrupções.



