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Profissionais da Clínica Pelegrini participam do evento Bariátrica Sul

"Ou você muda sua qualidade de vida ou você volta a ser gordo", destaca psicóloga da clínica, referente ao reganho de peso após cirurgia bariátrica

Última atualização: 2018/04/25 2:42:45


A Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) promoveu a atualização científica Bariátrica Sul. O evento foi realizado em março na cidade de Passo Fundo (RS) e contou com a participação de representantes da Clínica Pelegrini, dentre eles o cirurgião bariátrico e endoscopista Marcos Pelegrini, a psicóloga Carlise Vanelli e a nutricionista Deyse Thaise Burin de Conto.

Pelegrini foi um dos convidados a presidir uma discussão durante a conferência. Ele explica que foram abordados temas como: obesidade, cirurgia bariátrica e saúde da mulher; importância do acompanhamento psicológico, responsabilidade civil e do médico; obesidade, cirurgia bariátrica e refluxo gastroesofágico; recidiva da obesidade após a cirurgia bariátrica; cuidados com a pele em cirurgia de pacientes obesos; entre outros.

A conferência científica foi voltada aos cirurgiões bariátricos e profissionais que atuam nas equipes multidisciplinares dos cirurgiões, sendo que “o aperfeiçoamento dos profissionais deve ser constante nessa área de cirurgias bariátricas”, destaca.

Segundo a psicóloga Carlise Vanelli, um dos assuntos abordados no evento foi relacionado ao fator de reganho de peso das pessoas que passaram pela cirurgia bariátrica. A profissional explica que esse ganho de peso pode acontecer depois de dois anos, porque passada a fase da ‘lua de mel’, a pessoa muda seu estilo de vida e o reganho de peso acontece.

“Esses fatores estão relacionados a forma com a gente pensa e, então, precisa mudar o padrão de pensamento para ressignificar esses hábitos. As pessoas têm o pensamento de que a cirurgia bariátrica vai fazer milagres e não é assim. Ou você muda sua qualidade de vida ou você volta a ser gordo”, enfatiza.

A profissional explica também que o fato de o indivíduo estar numa condição magra, não significa que ele perdeu seus velhos hábitos.  “Muitas coisas mudam, inclusive a nossa identidade. A nossa personalidade não muda, mas a nossa identidade muda e aí é que entra essa nossa transformação. A conscientização do paciente sobre as suas atribuições, sobre a qualidade da sua vida é de cada um. Ou você se conscientiza a mudar seu estilo de vida ou já sabe o resultado que vai ter”, finaliza a psicóloga. 

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