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	<title>Arquivo de BURNOUT - TVGC</title>
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		<title>Burnout em alta: como identificar os sinais e saber a hora de buscar ajuda profissional</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jan 2025 19:36:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O início de um novo ano costuma ser um convite à reflexão sobre objetivos, desafios e escolhas para os próximos meses, incluindo a trajetória profissional. Em um mercado de trabalho que frequentemente exige alta performance, o esgotamento físico e emocional pode ser um sinal de alerta de que algo não está indo bem. A Síndrome [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O início de um novo ano costuma ser um convite à reflexão sobre objetivos, desafios e escolhas para os próximos meses, incluindo a trajetória profissional. Em um mercado de trabalho que frequentemente exige alta performance, o esgotamento físico e emocional pode ser um sinal de alerta de que algo não está indo bem.</p>
<p>A Síndrome de Burnout, caracterizada por exaustão extrema, estresse crônico e esgotamento físico relacionados ao trabalho, é um fenômeno em ascensão. O Brasil ocupa o segundo lugar em índices globais de burnout, atrás apenas do Japão, segundo a International Stress Management Association (ISMA-BR). Dados da organização revelam, ainda, que 72% dos brasileiros enfrentam estresse no ambiente profissional.</p>
<p>No Brasil, a partir desse ano, o transtorno passa a ser oficialmente reconhecido como uma doença ocupacional pela Classificação Internacional de Doenças, com o CID-11. Antes da nova classificação, a síndrome era tratada de forma genérica, o que dificultava diagnósticos e tratamentos precisos.</p>
<p>“É preciso se atentar aos sinais. Os principais são cansaço excessivo, baixo desempenho, alteração do apetite, insônia e isolamento social, assim como sinais físicos como dores musculares e pressão alta”, afirma Renata Correia da Fonseca, psicóloga da UBS Jardim Aracati, gerenciada pelo CEJAM &#8211; Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo.</p>
<p>A profissional explica que sobrecarga de tarefas, um ambiente extremamente competitivo, a falta de suporte emocional, assim como desequilíbrio entre a vida pessoal e profissional, são apenas alguns dos fatores que podem desencadear a doença.</p>
<p>O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), do Ministério da Previdência Social, divulgou que, em 2023, 421 pessoas foram afastadas do trabalho por <em>burnout</em>, o maior número dos últimos dez anos no país.</p>
<p>“É importante saber diferenciar o transtorno de outros com sintomas parecidos, como ansiedade e depressão. O burnout está relacionado à sobrecarga no trabalho e desequilíbrio entre a vida profissional e pessoal, já a ansiedade e a depressão podem ter diferentes motivações e são tratadas com terapia, exercício físico e cuidados medicamentosos. O burnout, no entanto, além dessas estratégias de cuidado exige a mudança do ambiente de trabalho e equilíbrio”, aponta Renata.</p>
<p>Se a incerteza desse início de ano é sobre a necessidade de uma mudança de emprego, a especialista sugere que existem indícios que podem esclarecer essa questão. &#8220;A gente sabe que chegou a hora de buscar novas oportunidades quando estamos desmotivados com as tarefas atuais, estagnados na carreira, estressados e com um sentimento persistente de frustração&#8221;.</p>
<p><strong>Terapia como melhor amiga</strong></p>
<p>O papel do psicólogo para enfrentar o burnout é de suma importância, pois o profissional pode ajudar na identificação da síndrome, orientar a desenvolver formas de enfrentamento e auxiliar em como lidar com os sentimentos.</p>
<p>No país, é possível ter acesso à terapia a partir do Sistema Único de Saúde (SUS) de forma gratuita.   O CEJAM, que administra algumas unidades em parceria com o poder público, possui uma linha de cuidado dedicada exclusivamente à saúde mental. Essa iniciativa tem um impacto significativo no atendimento oferecido nos três níveis de assistência à saúde.</p>
<p>A partir desse olhar, a equipe de atenção primária possui a expertise necessária para avaliar cada caso individualmente e determinar o ponto mais adequado da rede de saúde para acompanhar o paciente, levando em consideração suas necessidades específicas.</p>
<p>“Em casos de burnout, se alguém precisa de ajuda, deve procurar a equipe da unidade básica de saúde mais próxima. Entre os profissionais disponíveis estão psicólogos que podem avaliar o caso e determinar se o paciente pode ser acompanhado pela equipe da UBS ou se necessita de apoio especializado em saúde mental”, complementa Laina Ramos, uma das gerentes responsáveis pela linha.</p>
<p>Caso seja necessário tratamento mais especializado, o paciente pode ser encaminhado para o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS Adulto, para indivíduos maiores de 18 anos). Em situações de crises extremas, o atendimento segue pela Rede de Urgência e Emergência, com as Unidades de Pronto Atendimento (UPAS) ou Pronto Socorros de Psiquiatria.</p>
<p>Crises agudas são caracterizadas por sintomas intensos, alto grau de sofrimento e potencial risco à vida do indivíduo. Pensamentos persistentes de morte com planejamento, crises de ansiedade com alterações cardíacas e respiratórias significativas, ou prostração severa com alterações importantes na alimentação, sono e higiene são alguns exemplos dessas situações.</p>
<p><strong>Outros aliados tão importantes quanto o auxílio psicológico</strong></p>
<p>Além da terapia, outras estratégias podem auxiliar no bem-estar de pessoas com burnout. A prática de atividades físicas para a liberação de endorfinas, a escrita sobre sentimentos para ressignificar e compreender melhor os eventos vividos, a higiene do sono para reduzir o estresse e melhorar a cognição, assim como uma rede de apoio e a realização de atividades prazerosas, são medidas eficazes.</p>
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