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	<title>Arquivo de florestas - TVGC</title>
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		<title>Desmatamento na Amazônia cai 31% de janeiro a maio</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jun 2023 17:33:10 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_154395" style="width: 1180px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-154395" class="size-full wp-image-154395" src="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-08-at-2.31.51-PM.jpeg" alt="" width="1170" height="700" srcset="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-08-at-2.31.51-PM.jpeg 1170w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-08-at-2.31.51-PM-300x179.jpeg 300w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-08-at-2.31.51-PM-1024x613.jpeg 1024w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-08-at-2.31.51-PM-768x459.jpeg 768w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/06/WhatsApp-Image-2023-06-08-at-2.31.51-PM-100x60.jpeg 100w" sizes="(max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /><p id="caption-attachment-154395" class="wp-caption-text">TV Brasil</p></div>
<p>O desmatamento caiu 31% na Amazônia Legal, no acumulado de janeiro a maio de 2023, na comparação com o período homólogo. Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), divulgados nesta quarta-feira (7), e coletados a partir do Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), disponível na plataforma <a href="http://terrabrasilis.dpi.inpe.br/" target="_blank" rel="noopener">TerraBrasilis</a>. Foram 1.986 quilômetros quadrados (km²) de área desmatada nos primeiros meses deste ano contra 2.867 km² de área desflorestada entre janeiro e maio de 2022. Esse número representa uma reversão da tendência de desmatamento, que chegou a aumentar 54% no segundo semestre do ano passado.</p>
<p>&#8220;O governo atual recepcionou [da gestão anterior] o desmatamento em alta na Amazônia, em uma faixa bastante importante. O dado que o Deter acaba de disponibilizar representa uma queda de 10% no mês de maio, comparado com o mês de maio do ano anterior. No acumulado de janeiro a maio deste ano, uma queda de 31% no desmatamento&#8221;, destacou o secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), João Paulo Capobianco, em coletiva de imprensa para detalhar os números.</p>
<p>O sistema Deter é um levantamento rápido de alertas de evidências de alteração da cobertura florestal na Amazônia, feito pelo Inpe, como forma de orientar o trabalho de fiscalização ambiental. Ele não costuma ser usado para analisar períodos curtos, como comparativos mês a mês, devido à alta volatilidade da cobertura de nuvens. Segundo informações do MMA, a maioria do desmatamento, cerca de 46%, ocorreu em imóveis rurais com um registro público no Cadastro Ambiental Rural (CAR), em que o governo consegue identificar o responsável pela área, seja um proprietário ou posseiro em processo de regularização fundiária.</p>
<p>Outros 21% da área desmatada foram em assentamentos rurais e 15% em áreas de florestas públicas não destinadas. Percentuais menores foram observados em unidades de conservação, terras indígenas e áreas de preservação permanente.</p>
<h2>Concentração</h2>
<p>Conforme o governo federal, apenas 20 municípios da Amazônia Legal concentram 55% do desmatamento detectado de janeiro a maio. Lidera essa estatística o município de Feliz Natal (MT), com 8,8% do desmatamento, seguido de Apuí (AM) e Altamira (PA), com 6,8% e 4,9%, respectivamente. Ao todo, são oito municípios no Mato Grosso, seis no Amazonas, quatro no Pará, um em Rondônia e um em Roraima. Juntos, responderam por uma área desmatada de quase 2 mil km².</p>
<p>&#8220;Uma boa parte do desmatamento da Amazônia é ilegal, não teve autorização&#8221;, explica o presidente do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Rodrigo Agostinho. O trabalho da autarquia nesse período resultou na aplicação de mais de R$ 2 bilhões em multas, um aumento de 179% em relação ao ano passado.</p>
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</div>
<p>Segundo o presidente do Ibama, foram emitidos 7.196 autos de infração e mais de 2,2 mil fazendas, glebas ou lotes rurais foram embargados, ou seja, tiveram sua atividade proibida.</p>
<p>&#8220;Estamos embargando preferencialmente nos municípios prioritários de desmatamento. A fronteira de desmatamento na Amazônia é grande, vai de Rondônia, Acre, sul do Amazonas, norte do Mato Grosso, além de Pará e Maranhão&#8221;, acrescentou.</p>
<h2>Plano de combate</h2>
<p>Essa semana, o governo federal lançou a nova edição do Plano de Prevenção e Combate ao Desmatamento da Amazônia Legal (PPCDAm), que vinha sendo discutido desde o início do ano e foi submetido a consulta pública em abril, com mais de 500 sugestões recebidas. O documento estabelece mais de 130 metas a serem alcançadas até 2027, incluindo embargo de áreas desmatadas, suspensão de cadastros irregulares, aplicação de multas, contratação de pessoal, aumento da fiscalização de áreas, regularização fundiária, entre outros.</p>
<p>O plano inclui também metas para estimular atividades produtivas sustentáveis, como criação de selos de agricultura familiar e bioeconomia, programas de manejo florestal e ecológico, inventivo ao etnoturismo na Amazônia, entre outros. Também há previsão de criação de novas unidades de conservação, destinação de florestas públicas federais e regularização de povos e comunidades tradicionais.</p>
<p>Enquanto o desmatamento na Amazônia dá sinais de estar sendo contido este ano, no Cerrado, o segundo maior bioma do país, a situação é bem oposta. Os dados do Deter divulgados nesta quarta mostram aumento de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-06/belem-tera-maior-unidade-da-casa-da-mulher-brasileira-no-pais" target="_blank" rel="noopener">35% no desmatamento</a> de janeiro a maio deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado.</p>
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		<title>Pesquisa revela que desmatamento ameaça Mata Atlântica</title>
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		<pubDate>Thu, 25 May 2023 17:08:51 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_153583" style="width: 1180px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-153583" class="size-full wp-image-153583" src="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/52842591631_68a3922a6c_o.jpg" alt="" width="1170" height="700" srcset="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/52842591631_68a3922a6c_o.jpg 1170w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/52842591631_68a3922a6c_o-300x179.jpg 300w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/52842591631_68a3922a6c_o-1024x613.jpg 1024w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/52842591631_68a3922a6c_o-768x459.jpg 768w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/52842591631_68a3922a6c_o-100x60.jpg 100w" sizes="(max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /><p id="caption-attachment-153583" class="wp-caption-text">Cachoeiras de Macacu (RJ), 24/05/2023 &#8211; Jequitibá-rosa(Cariniana legalis), árvore nativa do Brasil, no Parque Estadual dos Três Picos, Região Serrana do Rio de Janeiro. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</p></div>
<p>A Mata Atlântica sofreu a derrubada de 20.075 hectares (ha) de floresta no período de um ano, entre outubro de 2021 e de 2022, o correspondente a mais de 20 mil campos de futebol. Os dados são do Atlas da Mata Atlântica, pesquisa realizada pela Fundação SOS Mata Atlântica, em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1535110&amp;o=node" /></p>
<p>Embora o número represente queda de 7% em relação ao detectado em 2020-2021 (21.642 hectares), a SOS Mata Atlântica avalia que o desmatamento está ainda em um patamar elevado. A área desmatada no último ano é a segunda maior dos últimos seis anos e está 76% acima do valor mais baixo já registrado na série histórica, que foi de 11.399 hectares entre 2017 e 2018.</p>
<p>“Houve uma pequena queda de 7%, mas a gente considera que é uma situação de estabilidade, é uma variação muito pequena em um patamar alto, acima de 20 mil hectares, que é um valor para a Mata Atlântica muito alto se a gente entender que é um processo cumulativo de 500 anos de desmatamento. É um dado muito preocupante. São 55 hectares perdidos por dia”, disse o diretor-executivo da Fundação SOS Mata Atlântica, Luís Fernando Guedes Pinto.</p>
<p>Dados da entidade apontam que o bioma é lar de quase 70% da população e responde por cerca de 80% da economia do Brasil, além de produzir 50% dos alimentos consumidos no país.</p>
<h2>Estados mais desmatados</h2>
<p>O levantamento aponta que o desmatamento está concentrado em cinco estados: Minas Gerais, Bahia, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Paraná. Nos três primeiros, Guedes revela que o desmatamento é resultado da expansão – em grande escala &#8211; da agricultura e da pecuária. Ressalta que são regiões de fronteira agrícola ainda em abertura.</p>
<p>“No Paraná e em Santa Catarina [tem-se] uma região de fronteira agrícola que a gente considera consolidada, mas que persiste com desmatamento comendo as bordas das matas. Um aumento da área cultivada ali sempre comendo pela borda um pedacinho em cada lugar, são muitos desmatamentos pequenos, mas ainda muito relevantes que acumulam milhares de hectares”, indicou.</p>
<p>Cinco estados acumulam 91% do desmatamento: Minas Gerais (7.456 ha), Bahia (5.719 ha), Paraná (2.883 ha), Mato Grosso do Sul (1.115 ha) e Santa Catarina (1.041 ha).</p>
<p>Oito estados registraram aumento no desmatamento (Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Sergipe) e nove mostraram redução (Ceará, Goiás, Mato Grosso, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e São Paulo).</p>
<p>Em relação aos municípios, dez concentram 30% do desmatamento total no período. Desses, cinco estão situados em Minas Gerais, um em Mato Grosso do Sul e quatro na Bahia.</p>
<p>Apenas 0,9% das perdas deu-se em áreas protegidas, enquanto 73% ocorreram em terras privadas, o que, segundo a entidade, reforça que as florestas vêm sendo destruídas, sobretudo para dar lugar a pastagens e culturas agrícolas, além da especulação imobiliária &#8211; nas proximidades das grandes cidades e no litoral &#8211; que também é apontada como outra das causas principais. Guedes citou, também, “uma nuvem de pequenos desmatamentos” espalhados pela expansão urbana e crescimento de infraestrutura e de turismo ao redor das grandes cidades da Mata Atlântica e no litoral.</p>
<p>Para ele, esse quadro de desmatamento é inaceitável para um bioma tão ameaçado fundamental para garantir serviços ecossistêmicos, como a conservação da água, além de evitar tragédias como a ocorrida no litoral norte de São Paulo, em que houve deslizamento de terras e enxurradas. https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-03/um-mes-apos-tragedia-familias-de-sao-sebastiao-vivem-incerteza</p>
<h2>Combate</h2>
<p>A principal medida para combater o desmatamento na Mata Atlântica é uma fiscalização mais rigorosa, sugeriu Guedes, com respeito à Lei da Mata Atlântica e ao Código Florestal. “Porque a maior parte dessas áreas desmatadas [é de] desmatamentos ilegais. Se a gente tem a ilegalidade, quais são os caminhos? O aumento da fiscalização e os órgãos ambientais tanto federais quanto estaduais e municipais atuando de maneira mais rigorosa”, acentuou.</p>
<p>Na área rural, outras ações consideradas importantes incluem o embargo de áreas desmatadas, que os créditos públicos e privados parem de financiar fazendas que estão desmatando e a interrupção das vendas do que é produzido nessas áreas de desmatamento ilegal.</p>
<p>“Tem um papel para o setor privado que é não comprar matéria-prima proveniente de área desmatada. Então, a gente tem produção de soja, de cana-de-açúcar, de carne de gado em áreas desmatadas e a gente precisa que as empresas cumpram as suas metas de desmatamento zero e parem de comprar”, afirmou. No entorno urbano, ele aponta que os planos diretores das cidades podem colocar limites para expansão, além de criar áreas protegidas, parques e reservas.</p>
<p>Ele avalia que os mecanismos legais estão em risco, a exemplo da Medida Provisória (MP) 1.150, aprovada pela Câmara dos Deputados, que pode contribuir com a destruição do bioma.</p>
<p>“A essência da MP é adiar as etapas para implementação do Código Florestal, então ela adia os prazos, retira as penalidades dos produtores que não se registraram no CAR (Cadastro Ambiental Rural). Na prática, o que significa é que o Código Florestal não é implementado e a gente não começa a restauração das florestas desmatadas ilegalmente. Isso já tem uma consequência para a Mata Atlântica e para todos os biomas brasileiros, que é atrasar a restauração”, analisou o especialista.</p>
<h2>Biomas</h2>
<p>O Sistema de Alertas de Desmatamento (SAD), do MapBiomas que complementa os dados do Atlas da SOS Mata Atlântica, teve o primeiro dado de um ano completo e mostrou que o desmatamento total pode ser quase quatro vezes maior que o documentado até o momento. A base de dados do SAD é mais ampla, o que permite observação mais detalhada.</p>
<p>O Atlas, que considera desmatamentos a partir de três hectares e avalia a conservação dos maiores remanescentes de matas maduras, revela haver 12,4% da área original do bioma. Já o SAD, que abrange remanescentes acima de 0,5 hectare, incluindo florestas maduras e matas jovens em regeneração, mostrou cobertura florestal do bioma de 24%.</p>
<h2>Alertas</h2>
<p>O levantamento dos desmatamentos identificados entre janeiro e dezembro de 2022 &#8211; realizado a partir do Sistema de Alertas de Desmatamento &#8211; registrou 9.982 alertas no ano, somando 75.163 hectares perdidos entre florestas maduras e jovens. A área total perdida, portanto, seria quase quatro vezes maior do que a contabilizada pelo Atlas, o que demonstra ameaça tanto às matas jovens quanto às maduras do bioma.</p>
<p>Sobre essa diferença, a fundação explicou que, enquanto o Atlas oferece uma “fotografia” anual do estado de conservação dos grandes fragmentos florestais, de maior importância para a biodiversidade, e pretende embasar políticas de longo prazo para a conservação do bioma, os dados do SAD são divulgados semanalmente visando gerar uma documentação completa para cada alerta de desmatamento, buscando maior celeridade e eficácia nas ações dos órgãos responsáveis por combater e fiscalizar o desmatamento.</p>
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		<title>São João do Oeste sedia reunião do Colegiado de Agricultura da Ameosc</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 14:37:49 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_153585" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-153585" class="size-full wp-image-153585" src="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/232533060539_c86827ab7b47480ca3ef56c37aa6db21.jpg" alt="" width="640" height="426" srcset="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/232533060539_c86827ab7b47480ca3ef56c37aa6db21.jpg 640w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/232533060539_c86827ab7b47480ca3ef56c37aa6db21-300x200.jpg 300w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/232533060539_c86827ab7b47480ca3ef56c37aa6db21-100x67.jpg 100w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-153585" class="wp-caption-text">(Foto: Divulgação/Reprodução TV GC)</p></div>
<p style="font-weight: 400;">Nesta terça-feira (24), o município de São João do Oeste foi sede de uma importante reunião do Colegiado de Agricultura da Ameosc. A atividade, que reuniu secretários e dirigentes da pasta de Agricultura e Pecuária dos municípios de abrangência da entidade, iniciou pela manhã no auditório da prefeitura com a palestra Intensificação sustentável, coordenada por Jonas Ramon, da Epagri.</p>
<p style="font-weight: 400;">Em seguida, foram apresentados os trabalhos do Consad no programa SISB- Consad e as ações realizadas nos municípios na semana de meio ambiente do Projeto plantando Água, além da apresentação sobre as políticas públicas de apoio a agropecuária da Administração municipal de São Joao do Oeste, que foi abordada pelo secretário Rogerio Rech.</p>
<p style="font-weight: 400;">Na oportunidade, foi proposta uma viagem técnica para conhecer experiências de agropecuária em outras localidades da região e Estado. Durante a tarde, foi realizada uma visita técnica ao Viveiro Municipal, onde são produzidas mudas nativas, exóticas e ornamentais, com uma estrutura de desdobro e aproveitamento de madeira reflorestada e sistema de barraginhas.</p>
<p style="font-weight: 400;">Ainda durante a tarde, os participantes visitaram uma propriedade, localizada há aproximadamente 2km da cidade, que atua na suinocultura e possui dois biodigestores, sendo um em operação com gerador de energia e outro em obras.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para o coordenador do colegiado, Rafael Ferreira da Silva, as reuniões proporcionam estudo de caso e troca de experiências. “Essa troca, análise dos assuntos e visitas técnicas são importantes para que os dirigentes tenham soluções mais efetivas e ágeis para o produtor rural. A agricultura é um pilar da economia regional e temos diversos projetos e ideias para colocar em prática e promover maior produtividade e cuidado com o meio ambiente”, ressalta.</p>
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		<title>Pesquisa mostra importância de áreas verdes urbanas para a saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2023 12:28:24 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_153575" style="width: 1180px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-153575" class="size-full wp-image-153575" src="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/img_8725.jpg" alt="" width="1170" height="700" srcset="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/img_8725.jpg 1170w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/img_8725-300x179.jpg 300w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/img_8725-1024x613.jpg 1024w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/img_8725-768x459.jpg 768w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/img_8725-100x60.jpg 100w" sizes="auto, (max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /><p id="caption-attachment-153575" class="wp-caption-text">Viveiro Manequinho Lopes no Parque do Ibirapuera (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)</p></div>
<p>Estudo realizado por pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) revela que há menos internações hospitalares por doenças respiratórias em municípios com mais áreas verdes. A pesquisa, que envolveu ciência de dados, usou bases de informações públicas como o Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde do Brasil (Datasus), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Secretaria Nacional de Trânsito e o Instituto Água e Terra (IAT) do Paraná.</p>
<p>O objetivo do trabalho era avaliar como a infraestrutura verde urbana (IVU), composta por praças, parques, jardins planejados, fragmentos florestais, reservas florestais urbanas, bosques e arborização, impacta na saúde da população.</p>
<p>“Combinamos várias informações e fizemos um estudo que envolve aplicação de ciências de dados, realizando, primeiro, uma análise multivariada de tais dados e, depois, análise de padrão. E chegamos à conclusão com base nesses estudos”, disse à Agência Brasil a engenheira civil Luciene Pimentel, professora do Programa de Pós-Graduação em Gestão Urbana da PUCPR e uma das autoras da pesquisa.</p>
<p>A pesquisa usou também dados censitários, porque o estudo, que envolvia somente a questão das internações por doenças respiratórias, analisou também indicadores de pobreza. “Encontramos resultados interessantes nesse sentido. Na verdade, os municípios com índices de pobreza mais altos também apresentam mais internações hospitalares na comparação com municípios em que os índices são menores.”</p>
<p>A pesquisa envolveu 397 dos 399 municípios paranaenses, porque dois apresentavam falhas de dados. As informações foram coletadas em 2021 e 2022, sendo os resultados divulgados agora. Artigo referente ao estudo, intitulado <em>Ecosystems services and green infrastructure for respiratory health protection: A data science approach for Paraná, Brazil </em>(<em>Serviços ecossistêmicos e infraestrutura verde para a proteção da saúde respiratória: Uma abordagem de ciência de dados para o Paraná, Brasil</em>, em tradução livre), foi publicado na liga internacional de revistas científicas MDPI e pode ser acessado na íntegra neste <em>link</em>.</p>
<p>O estudo é assinado por Luciene Pimentel e pelos professores Edilberto Nunes de Moura e Fábio Teodoro de Souza, da PUCPR, e pelo doutorando da mesma universidade Murilo Noli da Fonseca.</p>
<h2>Importância</h2>
<p>Luciene salientou a importância do resultado, porque a Organização Mundial da Saúde (OMS) reporta 4 milhões de mortes anuais por doenças respiratórias, das quais 40% são por doenças pulmonares obstrutivas crônicas. “O mundo inteiro está muito preocupado com essa situação.”</p>
<p>Ainda conforme a OMS, 99% da população mundial respiram ar que excede os limites de qualidade recomendados. Além de inúmeros problemas de saúde, a poluição atmosférica causa 7 milhões de mortes anuais em todo o mundo.</p>
<p>Luciene ressaltou a existência de uma dúvida na literatura científica sobre até que ponto a vegetação realmente contribui para diminuir a poluição do ar, tendo em vista que as doenças respiratórias são fortemente conectadas com esse problema nas áreas urbanas, ou como se dispõe a vegetação urbana pode até piorar a saúde respiratória pela dispersão de pólen.</p>
<p>A professora disse acreditar que os resultados do estudo podem subsidiar políticas públicas voltadas para a sustentabilidade ambiental e a gestão da saúde urbana. A redução das taxas de internações por doenças respiratórias traz acoplada a redução dos custos com hospitalizações por agravos de saúde e outras infecções, podendo contribuir ainda para a queda das faltas ao trabalho e à escola.</p>
<h2>Continuidade</h2>
<p>A equipe de pesquisadores pretende dar continuidade agora ao estudo envolvendo a capital paranaense, Curitiba, em escala intraurbana, e não mais municipal, com participação da rede de pesquisa Novos Arranjos de Pesquisa e Inovação, financiada pela Fundação Araucária, no âmbito de emergências climáticas. Será medida, por exemplo, a distribuição de pólen na cidade. De acordo com Luciene, as medições serão usadas para analisar dados em uma escala mais detalhada.</p>
<p>“O que estamos querendo fazer agora é começar a olhar por tipologia de doenças respiratórias, como a asma, por exemplo, que tem aumentado muito no mundo. A asma é uma doença que preocupa. Na faixa de crianças, que interessa à nossa pesquisa, a doença vai comprometer a vida adulta. Asma não tem cura, é doença crônica. A pessoa vai depender de remédios o tempo todo. Enquanto crianças, faltam à escola devido à doença; os pais faltam ao trabalho”, disse Luciene.</p>
<p>As doenças respiratórias têm sinais diferentes. Daí a razão de o estudo continuar, no sentido de esmiuçar os detalhes. O objetivo dos pesquisadores, mais adiante, é estender a pesquisa para outros estados do país. “A ideia é termos uma pesquisa nacional.”</p>
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