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	<title>Arquivo de importação - TVGC</title>
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	<title>Arquivo de importação - TVGC</title>
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		<title>China retira embargo e volta a importar aves do Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 20:50:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A China anunciou a suspensão imediata da proibição de importações de aves e produtos relacionados do Brasil, medida que havia sido imposta em maio deste ano em razão de um surto de gripe aviária em território brasileiro. O comunicado oficial, divulgado nesta sexta-feira (7) pela Administração Geral de Alfândega da China, foi datado de 31 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="188" data-end="662">A China anunciou a suspensão imediata da proibição de importações de aves e produtos relacionados do Brasil, medida que havia sido imposta em maio deste ano em razão de um surto de gripe aviária em território brasileiro. O comunicado oficial, divulgado nesta sexta-feira (7) pela Administração Geral de Alfândega da China, foi datado de 31 de outubro e destaca que a decisão se baseia em uma nova “análise de risco” conduzida pelas autoridades sanitárias do país asiático.</p>
<p data-start="664" data-end="1016">O embargo, decretado após a confirmação de um foco de gripe aviária em uma granja comercial no Rio Grande do Sul, havia interrompido temporariamente o comércio entre os dois países. O episódio levou a restrições de importação em vários mercados e despertou preocupações sobre a segurança sanitária global e o impacto econômico nas cadeias produtivas.</p>
<p data-start="1018" data-end="1486">Com a medida revogada, o Brasil, que é o maior exportador mundial de carne de frango e principal fornecedor para o mercado chinês, deve retomar o ritmo de embarques interrompido no segundo trimestre. Em 2024, o país movimentou cerca de US$ 10 bilhões em exportações de carne de frango, o equivalente a aproximadamente 35% do comércio global do setor, consolidando sua liderança e reafirmando a importância estratégica da avicultura nacional no cenário internacional.</p>
<p data-start="1488" data-end="1731" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A retomada das importações sinaliza uma reaproximação comercial e reforça a confiança da China no controle sanitário brasileiro, abrindo espaço para a recuperação das relações bilaterais e o reaquecimento do fluxo de exportações no fim do ano.</p>

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		<title>Quatro a cada 10 cigarros vendidos em SC são contrabandeados, mostra levantamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Oct 2023 11:34:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado de cigarros contrabandeados movimenta quase R$ 3 bilhões no Sul do Brasil. Segundo uma pesquisa feita pelo Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP) e pelo Ipec (ex-Ibope), em Santa Catarina, 37% dos cigarros vendidos tem origem ilegal. Na região Sul, a liderança do ranking é do Paraná, cujo índice é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_162432" style="width: 954px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-162432" class="wp-image-162432 size-full" src="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/10/cigarettes-83571_1280-944x531-1.jpg" alt="" width="944" height="531" srcset="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/10/cigarettes-83571_1280-944x531-1.jpg 944w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/10/cigarettes-83571_1280-944x531-1-300x169.jpg 300w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/10/cigarettes-83571_1280-944x531-1-768x432.jpg 768w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/10/cigarettes-83571_1280-944x531-1-100x56.jpg 100w" sizes="(max-width: 944px) 100vw, 944px" /><p id="caption-attachment-162432" class="wp-caption-text">Levantamento foi feito pelo Fórum Nacional Contra a Pirataria e Ilegalidade (Foto: Gerd Altmann/Pixabay)</p></div>
<p>O mercado de cigarros contrabandeados movimenta quase R$ 3 bilhões no Sul do Brasil. Segundo uma pesquisa feita pelo Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP) e pelo Ipec (ex-Ibope), em Santa Catarina, 37% dos cigarros vendidos tem origem ilegal.</p>
<p>Na região Sul, a liderança do ranking é do Paraná, cujo índice é de 62%. No Rio Grande do Sul, são 23%. A média nacional é de 41%. Só na safra 2022/23, Santa Catarina produziu 192.235 toneladas de fumo.</p>
<p>Segundo os dados do Ipec, Santa Catarina deixou de arrecadar R$ 132 milhões em ICMS, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços, com o contrabando desses itens. Dados da Receita Federal mostram que 40% dos produtos apreendidos em contrabando são cigarros.</p>
<p>Para o presidente do FNCP, Edson Vismona, é importante que todos os brasileiros tenham a exata dimensão de como esses problemas afetam toda a sociedade, tendo em vista a segurança pública, de um lado, e a evasão fiscal, de outro.</p>
<p>— É necessário que as empresas tenham condições de atuar em um ambiente de competitividade leal. Reprimir o ilegal, além de conter a criminalidade, significa incentivar e apoiar quem produz dentro da lei, gerando empregos e renda — aponta Vismona.</p>
<p>O fórum traça um paralelo entre a tributação e o contrabando — no caso dos cigarros, os impostos no Brasil variam entre 70% e 90%, enquanto no Paraguai o item é taxado em 13%.</p>
<p><strong>Vismona defende o debate tributário para enfrentar o crime.</strong></p>
<p>— É inegável que a luta contra o contrabando passa pelo combate à oferta e demanda do cigarro ilícito. A oferta é enfrentada através da repressão, ao impedir a circulação de produtos ilegais. E para diminuir a atratividade dos produtos ilegais a questão tributária é imprescindível — conclui.</p>
<p><strong>Brasil é líder na exportação de tabaco</strong></p>
<p>Segundo o Sindicato da Indústria do Tabaco da Região Sul do Brasil (SindiTabaco), o Brasil é o segundo maior produtor mundial de tabaco e líder em exportações desde 1993. No Sul do país, 508 municípios produzem a cultura, envolvendo 552 mil pessoas no meio rural e gerando 40 mil empregos diretos nas indústrias de beneficiamento.</p>
<p>Em Santa Catarina, na safra 2022/23, o número de produtores de fumo chegou a 37.426, conforme dados da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). Ao todo, foram 192.235 toneladas da cultura produzidas, em 77.489 hectares<span style="font-family: Arial, Verdana;">.</span></p>
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		<title>Santa Catarina registra recorde de importações no primeiro semestre de 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vanessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jul 2023 23:27:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESTADO]]></category>
		<category><![CDATA[Estado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A recuperação da economia catarinense estimulou as importações no primeiro semestre de 2023. De janeiro a junho, Santa Catarina importou US$ 14,0 bilhões tendo como principais países parceiros China, EUA, Chile, Argentina, Índia, Alemanha, México e Coréia do Sul. O valor foi um recorde para o período desde o início da série histórica, iniciada em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A recuperação da economia catarinense estimulou as importações no primeiro semestre de 2023. De janeiro a junho, Santa Catarina importou US$ 14,0 bilhões tendo como principais países parceiros China, EUA, Chile, Argentina, Índia, Alemanha, México e Coréia do Sul. O valor foi um recorde para o período desde o início da série histórica, iniciada em 1997.  A análise dos dados foi feita pelo Observatório Fiesc e divulgada na última quinta-feira, 13.</p>
<div id="attachment_157282" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-157282" class="size-full wp-image-157282" src="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/porto-importacoes.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/porto-importacoes.jpg 800w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/porto-importacoes-300x200.jpg 300w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/porto-importacoes-768x512.jpg 768w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/porto-importacoes-100x67.jpg 100w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-157282" class="wp-caption-text">Foto: Eduardo Valente/SECOM</p></div>
<p>Os setores que mais contribuíram para o valor recorde foram o da indústria automotiva, com pneus de borracha e de borracha sintética, e o de setor de bens de consumo para as famílias, com bens de consumo duráveis,  eletrodomésticos, máquinas de lavar roupa, modems e aparelhos telefônicos, entre outros.</p>
<p>Além disso, alimentos e bebidas para o consumo da população como legumes congelados, queijos, chocolates, energéticos e refrigerantes,  e itens de perfumaria e cosméticos também foram os produtos mais importados.</p>
<p>Para o governador Jorginho Mello, a importação é uma forma de diversificar e ampliar o acesso a produtos e serviços. “Recebemos pelos nossos portos muitas tecnologias inovadoras de outros países, como Alemanha e EUA, para aumentar a produtividade das nossas empresas”, enfatiza.</p>
<div id="attachment_157283" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-157283" class="wp-image-157283 size-full" src="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/52991316979_8f5c2a8133_z.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/52991316979_8f5c2a8133_z.jpg 640w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/52991316979_8f5c2a8133_z-300x200.jpg 300w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/52991316979_8f5c2a8133_z-100x67.jpg 100w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-157283" class="wp-caption-text">Fotos: Marco Favero / Secom</p></div>
<p>O secretário da Indústria, do Comércio e do Serviço (Sicos), explica que os insumos de setores industriais catarinenses foram os produtos mais importados. “Estamos gradualmente recuperando as perdas registradas no 2º semestre de 2022 e esses insumos vão contribuir para o crescimento das nossas indústrias, gerando mais renda e movimentando a nossa economia. Além disso, tivemos um aumento das compras internacionais de bens de consumo para as famílias e isso reflete que o mercado de trabalho catarinense está aquecido, mantendo o rendimento do trabalhador”, complementa.</p>
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		<title>Oeste concentra 80% da produção de laranja em SC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jul 2023 14:43:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Oeste de Santa Catarina é conhecido pela produção de suínos, aves, leite e grãos. Mas, em praticamente todas as propriedades que conduzem essas atividades, é possível encontrar um pomar de citros. Embora não seja a atividade econômica principal, a produção de laranja e tangerina, tanto em pomares domésticos quanto comerciais, complementa a renda das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-157257" src="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/2020-05-Interna-Producao-laranjas-893x893-1-300x300-1.jpg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/2020-05-Interna-Producao-laranjas-893x893-1-300x300-1.jpg 300w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/2020-05-Interna-Producao-laranjas-893x893-1-300x300-1-150x150.jpg 150w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/2020-05-Interna-Producao-laranjas-893x893-1-300x300-1-100x100.jpg 100w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O Oeste de Santa Catarina é conhecido pela produção de suínos, aves, leite e grãos. Mas, em praticamente todas as propriedades que conduzem essas atividades, é possível encontrar um pomar de citros. Embora não seja a atividade econômica principal, a produção de laranja e tangerina, tanto em pomares domésticos quanto comerciais, complementa a renda das famílias com colheitas que acontecem durante boa parte do ano.</p>
<p>Juntas, as regiões Meio-Oeste, Oeste e Extremo-Oeste concentram 80% da produção de laranja e 22,5% da produção de tangerina de Santa Catarina. São pequenos produtores os protagonistas dessa cadeia produtiva ― cerca de 95% dos citricultores catarinenses vivem em propriedades com menos de 50 hectares, em regime de trabalho familiar.</p>
<p>A área média explorada com citros é de até 2 hectares, onde as famílias cultivam laranjas e tangerinas vendidas para indústrias de suco e para consumo in natura.</p>
<p>É na soma desses pomares que a atividade ganha grandes proporções: já são 1,3 mil hectares em Santa Catarina, divididos em 783 pomares. No Oeste do estado são colhidas 11,4 mil toneladas de laranja e 1,7 mil toneladas de tangerina por ano, segundo números divulgados no Balanço Social da Epagri 2022.</p>
<p><b><u>A volta por cima</u></b></p>
<p>Nem sempre foi assim. A produção de citros foi introduzida na região por imigrantes de origem alemã e italiana vindos do Rio Grande do Sul, passou por um período de prosperidade com o fornecimento para indústrias na década de 1980, mas poucos anos depois entrou em crise com a falta de compradores e problemas fitossanitários.</p>
<p>Com persistência, tecnologia e muitas parcerias, o setor se recuperou. Hoje, a produção de citros no Grande Oeste de Santa Catarina é uma atividade consolidada graças ao esforço dos citricultores, ao trabalho da Epagri em conjunto com outras entidades, ao apoio do Poder Público e à união do setor produtivo, que se organizou em cooperativas e associações.</p>
<p>No Meio-Oeste, que já foi considerado inapto para o cultivo de citros (especialmente pelo risco de geadas), as plantas encontraram clima e solo muito favoráveis às margens dos rios Canoas e Uruguai. Isso aconteceu graças à formação de um microclima resultante da construção de usinas hidrelétricas na região. A partir disso, a Epagri, prefeituras e empresas geradoras de energia elétrica incentivaram o cultivo de frutas cítricas, principalmente nos municípios de Abdon Batista e Celso Ramos.</p>
<p><b><u>Mudas de qualidade</u></b></p>
<p>A Epagri se dedica à citricultura há mais de 45 anos, tanto na área de pesquisa, quanto na orientação técnica dos produtores. O resultado é visível na qualidade das mudas comercializadas e cultivadas, com reflexos diretos na sanidade dos pomares e nas colheitas. Há décadas a empresa avalia e introduz em Santa Catarina novos cultivares que oferecem boa produtividade, frutos de qualidade e maior resistência a doenças.</p>
<p>Ao mesmo tempo que evolui em qualidade, a produção catarinense de frutas cítricas se torna mais sustentável. A Epagri orienta os fruticultores do estado a manterem o solo protegido com plantas de cobertura – uma prática que tem grande impacto na preservação do solo e da água.</p>
<p>Outras tecnologias difundidas pela empresa são o manejo integrado de pragas e o uso consciente de insumos, que evitam a contaminação dos recursos naturais. O adensamento de plantio otimiza o uso da área cultivada com maiores produtividades.</p>
<p>Os extensionistas da empresa ainda ensinam os produtores a registrar as práticas agrícolas em cadernos de campo e a cadastrarem suas lavouras no programa de rastreabilidade e-Origem, da Cidasc. Esse sistema centraliza todos os passos das culturas agrícolas dentro da cadeia produtiva, fornecendo ao consumidor e ao mercado informações sobre como o alimento foi produzido.</p>
<p><b><u>Oportunidades de mercado</u></b></p>
<p>A citricultura é uma das cadeias do agronegócio que mais emprega por área, gerando, em média, um posto de trabalho a cada 9 hectares – isso porque a colheita é feita de forma manual e praticamente durante o ano todo. Um levantamento da Epagri/Cepa revelou a ampliação de 46,7 hectares de laranja e 4,8 hectares de tangerina no Oeste do estado na safra 2021/22. Sinal de que, com apoio e tecnologia, os citricultores encontraram um bom caminho para crescer no campo.</p>
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		<title>SC deve vender frango a outros países para reduzir impacto após Japão suspender importação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jul 2023 20:28:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESTADO]]></category>
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		<category><![CDATA[CATARINENSE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão do Japão em suspender a importação de carne de frango e seus derivados de Santa Catarina após a confirmação de um caso de influenza aviária em uma ave de fundo de quintal deve trazer “pequeno impacto” na economia, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Isso porque o plano dos produtores é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_156707" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-156707" class="size-full wp-image-156707" src="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/20a69005842e1353334f33eaa1c62e6fgripeaviaria944x531.jpeg" alt="" width="650" height="366" srcset="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/20a69005842e1353334f33eaa1c62e6fgripeaviaria944x531.jpeg 650w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/20a69005842e1353334f33eaa1c62e6fgripeaviaria944x531-300x169.jpeg 300w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/20a69005842e1353334f33eaa1c62e6fgripeaviaria944x531-100x56.jpeg 100w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-156707" class="wp-caption-text">Santa Catarina já confirmou dois casos de gripe aviária (Foto: Rodrigo Paiva/Folhapress)</p></div>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">A decisão do Japão em suspender a importação de carne de frango e seus derivados de Santa Catarina após a confirmação de um caso de influenza aviária em uma ave de fundo de quintal deve trazer “pequeno impacto” na economia, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Isso porque o plano dos produtores é diluir a produção junto a outros países e estados brasileiros que também fazem a importação do produto.</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Santa Catarina é o segundo maior produtor de carne de frango do país. Apesar disso, apenas 3% dos embarques do produto para os japoneses são derivados do Estado. Por conta disso, as associações esperam que parte do impacto da suspensão seja absorvida por outras unidades frigoríficas.</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">— Haverá um pequeno impacto, mas ele será diluído. Os grupos presentes também possuem exportação para outros estados. Por isso são duas recomendações: mandar parte dessa produção, que seria destinada ao Japão, para outros estados; ou fazer o mesmo movimento com outros países habilitados — pontua.</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Conforme apurado pelo Observatório Fiesc, da Federação das Indústrias de Santa Catarina, o país asiático importou US$ 310,8 milhões em frango, ovos e subprodutos, o equivalente a 14,75% da receita total no último ano. Essa é a primeira vez, em 30 anos, que o país suspende a importação.</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Para tentar reverter a situação, uma comitiva formada por membros do Ministério da Agricultura (Mapa) e da ABPA irá ao Japão. A previsão é de que a viagem ocorra na próxima semana. O roteiro conta, ainda, com uma visita a Coreia do Sul.</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">— O Japão tem um entendimento um pouco mais restritivo do que aquilo que recomenda a Organização Mundial de Saúde Animal. Nós vamos justamente tentar mostrar aos japoneses que não há casos na produção comercial por meio de dados. O ministério está bastante empenhado para ter uma solução — pontua Rua.</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;"><b><strong style="font-style: inherit;"><u>Impacto em outros mercados</u></strong></b></span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Apesar da confirmação, a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina e a ABPA afirmam que tanto o Brasil quanto Santa Catarina seguem com o status sanitário livre de Influenza Aviária de Alta Patogenidade (IAAP), já que não houve casos da doença em ave comercial.</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Porém, o Estado tem receio de que a medida imposta pelo Japão possa criar uma reação em cadeia com outros mercados. Por conta disso, o governador Jorginho Mello (PL) deve se reunir nesta quarta-feira (19) com o embaixador do país para discutir a situação. Apesar disso, a ABPA acredita que a situação com o país asiático é pontual e, por isso, não deve afetar as demais relações comerciais.</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">— O que aconteceu no Espírito Santo e Santa Catarina são casos isolados. Não podemos criar situações que não existem. Só o Japão está adotando essa postura [da suspenção]. Apesar do monitoramento contemplar os outros países, não há nenhum indicativo outro fechamento — explica Luis Rua, diretor de mercados da associação.</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Em nota, as entidades informaram que todos os protocolos de biosseguridade seguem elevados e que tem apoiado o trabalho do Ministério da Agricultura e Pecuária, juntamente com a Secretaria de Agricultura da Pesca e do Desenvolvimento Rural de Santa Catarina, no monitoramento dos casos.</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">“A ABPA, a ACAV e o Sindicarne-SC lembram que não há qualquer risco no consumo dos produtos, conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO-ONU) e todos os órgãos internacionais de saúde humana e animal”, diz o comunicado.</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;"><b><strong style="font-style: inherit;"><u>Entenda o caso</u></strong></b></span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">O foco de gripe aviária foi identificado no sábado (15), em uma ave de fundo de quintal, em Maracajá, no sul catarinense. Segundo o Mapa, o animal estava em um local onde foram encontradas múltiplas espécies de aves, como galinha, galinha-d’angola, faisão, ganso, pato, perdiz e peru. Elas eram criadas soltas e não eram destinadas à produção de produtos para comercialização.</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">A propriedade foi interditada, as aves eutanasiadas e as carcaças destruídas e enterradas. Este é o segundo caso de gripe aviária registrado em Santa Catarina. Em junho, a doença já tinha sido identificada em uma ave silvestre.</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">A recomendação é de que a companhia seja comunicada imediatamente caso aves de qualquer espécie apresentem sintomas de Influenza Aviária:</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">&#8211; Sinais respiratórios e neurológicos, tais como dificuldade respiratória</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">&#8211; Andar cambaleante</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">&#8211; Torcicolo ou girando em seu próprio eixo</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">&#8211; Mortalidade alta e súbita</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">A Cidasc ressalta, ainda, que aves silvestres mortas ou com sinais clínicos da doença não devem ser manipuladas”, e que “não há evidências de que o consumo de carne de aves ou de ovos ofereça risco à saúde humana”.</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Os casos podem ser comunicados por meio do sistema e-Sisbravet ou diretamente em um escritório local da Cidasc.</span></p>
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		<title>Como aumento de importações criou ‘crise do leite’ e virou ameaça a produtores de SC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jul 2023 13:05:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Produtores de leite de Santa Catarina alertam para uma crise na cadeia do produto no Estado. O motivo seria um aumento na importação de leite e derivados lácteos registrado desde o início do ano, em especial de países do Mercosul, como Argentina e Uruguai. O custo menor de produção do leite nestes países e a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_155792" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-155792" class="size-full wp-image-155792" src="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/da50301d2e9d0b66ac80e9367979389aproducaodeleiteemsc944x531.jpg" alt="" width="650" height="366" srcset="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/da50301d2e9d0b66ac80e9367979389aproducaodeleiteemsc944x531.jpg 650w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/da50301d2e9d0b66ac80e9367979389aproducaodeleiteemsc944x531-300x169.jpg 300w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/da50301d2e9d0b66ac80e9367979389aproducaodeleiteemsc944x531-100x56.jpg 100w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-155792" class="wp-caption-text">(Foto: Cristiano Estrela, Agência RBS)</p></div>
<p>Produtores de leite de Santa Catarina alertam para uma crise na cadeia do produto no Estado. O motivo seria um aumento na importação de leite e derivados lácteos registrado desde o início do ano, em especial de países do Mercosul, como Argentina e Uruguai.</p>
<p>O custo menor de produção do leite nestes países e a valorização do real frente ao dólar nos últimos meses teriam incentivado supermercados catarinenses e brasileiros a comprarem produtos lácteos diretamente de fabricantes argentinos e uruguaios. Segundo dados da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), as importações desses produtos no país cresceram 212% entre janeiro e junho, em relação aos primeiros cinco meses de 2022. O volume de leite importado pelo país já teria somado 850 milhões de litros, quantidade que no ano passado foi atingida só em setembro.</p>
<p>Um dos resultados disso, segundo o vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), Enori Barbieri, tem sido a perda de competitividade das indústrias de leite de SC.</p>
<p>— Como esse leite é produzido mais barato lá e está vindo mais barato para cá, ele começou a tirar lugar de leite brasileiro. Isso está desestimulando os produtores. Empresas de laticínios que operam em Santa Catarina, a qual é o quarto maior produtor nacional, não conseguem mais competir com essas importações — afirmou.</p>
<p>Outra consequência tem sido a redução no preço pago pelas indústrias locais aos produtores, adotada para tentar fazer frente aos produtos internacionais. Segundo Barbieri, o valor médio pago por litro, que girava entre R$ 2,60 a R$ 2,80, já teria caído R$ 0,30 (mais de 10%), mas o corte ainda tem sido insuficiente para garantir competitividade.</p>
<p>Segundo o dirigente da Faesc, o quadro vem desestimulando mais famílias a deixarem a atividade de produção de leite, ameaçando a continuidade do setor e até mesmo o trabalho no campo.</p>
<p>O segmento de leite já havia contabilizado o abandono de produtoras no período da pandemia, e agora teme uma evasão maior, passando de pouco menos de 30 mil para 20 mil famílias. Segundo Barbieri, o cenário atual estaria “expulsando” as famílias do campo e retirando um “cheque do mês”, que era a remuneração do leite para a agricultura familiar.</p>
<p><strong>Entidade defende cota para importação</strong></p>
<p>O vice-presidente da Faesc alega que o aumento teria sido influenciado também pela falta de uma cota de importação desse produto. Para o dirigente, o alinhamento diplomático de Brasil e Argentina, com objetivos como favorecer a exportação de produtos brasileiros com mercado entre os argentinos, como itens de linha branca, teria contribuído com o aumento de importações de leite de outros países.</p>
<p>— Ninguém é contra que se importe, mas de uma maneira que não desequilibre sua produção interna. Todo mundo protege seu mercado. Quando tem muita importação, ou você abandona seus produtores, ou você controla — defende o dirigente.</p>
<p>Além da regulação das importações, a entidade defende também políticas de apoio aos produtores com medidas como redução de tributação, empréstimos e outros incentivos. A pauta já foi apresentada pela Faesc em reunião da CNA e outras entidades do setor produtivo com o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira.</p>
<p>Na semana passada, em entrevista coletiva, o ministro reconheceu que a escalada de importações de leite no país tem atrapalhado a manutenção da atividade de produtos do país e disse que vai solicitar à Câmara de Comércio Exterior (Camex) uma investigação sobre o aumento.</p>
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		<title>Ministério da Agricultura já descartou 278 casos de gripe aviária em SC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jun 2023 12:14:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Santa Catarina teve 278 casos suspeitos de gripe aviária investigados em 2023 pelo Ministério da Agricultura e Pecuária. Todas as amostras e análises clínicas descartaram a influenza aviária (IAAP, vírus H5N1) em aves silvestres. Os dados estão no painel de monitoramento do Ministério da Agricultura e Pecuária. Foram verificadas 257 suspeitas com descarte para o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-153886" src="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/gripe-aviaria-1622724038764_v2_450x450.jpg-1.webp" alt="" width="450" height="450" srcset="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/gripe-aviaria-1622724038764_v2_450x450.jpg-1.webp 450w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/gripe-aviaria-1622724038764_v2_450x450.jpg-1-300x300.webp 300w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/gripe-aviaria-1622724038764_v2_450x450.jpg-1-150x150.webp 150w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/gripe-aviaria-1622724038764_v2_450x450.jpg-1-100x100.webp 100w" sizes="auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px" /></p>
<p><span style="font-family: Arial, Verdana;">Santa Catarina teve 278 casos suspeitos de gripe aviária investigados em 2023 pelo Ministério da Agricultura e Pecuária. Todas as amostras e análises clínicas descartaram a influenza aviária (IAAP, vírus H5N1) em aves silvestres. Os dados estão no painel de monitoramento do Ministério da Agricultura e Pecuária.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span><span style="font-family: Arial, Verdana;">Foram verificadas 257 suspeitas com descarte para o vírus a partir de análise clínica, em Santa Catarina. Houve a necessidade de coleta de amostra para laboratório em outros 21 animais.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span><span style="font-family: Arial, Verdana;">No total, há 30 casos da doença em aves silvestres no país. De acordo com a pasta, existem outras seis investigações em andamento, com coleta de amostra e sem resultado laboratorial conclusivo.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span><span style="font-family: Arial, Verdana;">As notificações em aves silvestres não comprometem o status do Brasil como país livre de IAAP nem trazem restrições ao comércio internacional de produtos avícolas brasileiros, conforme prevê a Organização Mundial da Saúde Animal (OMSA).</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><b>SC em alerta<br />
</b></span><span style="font-family: Arial, Verdana;">Apesar de não ter confirmação de casos em Santa Catarina, órgãos emitiram uma nota de alerta máximo para o Estado, em 23 de março, como medida de prevenção.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span><span style="font-family: Arial, Verdana;">O documento – assinado pelo  secretário da Agricultura, Valdir Colatto, e a presidente da Cidasc (Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina), Celles Regina de Matos – destaca que é preciso reforçar as ações de prevenção para avicultura comercial.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span><span style="font-family: Arial, Verdana;">Ainda recomenda para que se evite o contato de aves externas com as criadas em ambientes fechados. Também orienta para que os produtores evitem visitas ao sistema de produção, como medida de proteger a saúde e segurança dos plantéis.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><b>Exportação não está comprometida<br />
</b></span><span style="font-family: Arial, Verdana;">A nota esclarece ainda que os casos verificados em animais silvestres no território brasileiro, “não afeta a condição do Brasil como país livre de Influenza Aviária”.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span><span style="font-family: Arial, Verdana;">Também ressalta que “não há proibições ao comércio internacional de produtos avícolas brasileiros”. Além disso, que “o consumo da carne de aves e ovos é totalmente seguro”.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><b>Gripe aviária pode trazer prejuízos<br />
</b></span><span style="font-family: Arial, Verdana;">Contudo, os cuidados visam evitar que casos sejam registrados em aves comerciais, o que poderia gerar prejuízos à economia do Estado de Santa Catarina, que é segundo maior produtor de aves do país.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span><span style="font-family: Arial, Verdana;">Por isso, a pasta reforça que em casos de qualquer suspeita de influenza aviária, a equipe da Cidasc deve ser comunicada imediatamente. O contato pode ser feito pelo 0800 643 9300.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span><span style="font-family: Arial, Verdana;">A orientação também é para que ao avistar uma ave doente ou morta, a população não deve tocá-la ou levá-la para casa, pois pode estar infectada pelo vírus e transmitir para outras aves. Nesse caso, deve ser acionada a equipe da Cidasc.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span><span style="font-family: Arial, Verdana;">Gripe aviária é letal em aves<br />
</span><span style="font-family: Arial, Verdana;">A gripe aviária não representa riscos significativos à saúde humana, mas é letal em aves, que morrem ou precisam ser abatidas para evitar a proliferação do vírus. A transmissão da doença ocorre, geralmente, pela migração das aves.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span><span style="font-family: Arial, Verdana;">A influenza aviária é causada por um vírus que pode ser transmitido por ar, água, alimentos, materiais, contato com aves doentes e pessoas contaminadas.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span><span style="font-family: Arial, Verdana;">A infecção, de caráter nervoso e respiratório, faz as aves se debaterem e causam torcicolo. Por ter potencial zoonótico, também pode contaminar humanos, mas o risco é considerado baixo.</span></p>
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		<title>Petrobras aprova nova estratégia comercial para definição de preço de combustíveis</title>
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		<pubDate>Tue, 16 May 2023 18:51:44 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-153009" src="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Capturar-19.png" alt="" width="905" height="506" srcset="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Capturar-19.png 905w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Capturar-19-300x168.png 300w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Capturar-19-768x429.png 768w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Capturar-19-100x56.png 100w" sizes="auto, (max-width: 905px) 100vw, 905px" /></div>
<div>A Petrobras informou nesta terça-feira, 16, que sua Diretoria Executiva aprovou nesta segunda-feira, 15, a estratégia comercial para definição de preços de diesel e gasolina da estatal, em substituição à política de preço de gasolina e diesel comercializados por suas refinarias. A nova estratégia usa referências de mercado como: o custo alternativo do cliente, como valor a ser priorizado na precificação; e o valor marginal para a Petrobras.</div>
<div></div>
<div>Em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a estatal explica que o custo alternativo do cliente contempla as principais alternativas de suprimento, sejam fornecedores dos mesmos produtos ou de produtos substitutos; já o valor marginal para a Petrobras é baseado no custo de oportunidades dadas as diversas alternativas para a companhia dentre elas, produção, importação e exportação do referido produto e/ou dos petróleos utilizados no refino.</div>
<div></div>
<div>Segundo a Petrobras, &#8220;os reajustes continuarão sendo feitos sem periodicidade definida, evitando o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio&#8221;. Além disso, as decisões relativas à estratégia comercial continuam sendo subordinadas ao Grupo Executivo de Mercado e Preço, composto pelo presidente da companhia, o diretor-executivo de Logística, Comercialização e Mercados e o diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores.</div>
<div></div>
<div>A estratégia comercial está alinhada com a Diretriz de Formação de Preços no Mercado Interno aprovada pelo Conselho de Administração em 27 de julho de 2022 e tem como premissa preços competitivos por polo de venda, em equilíbrio com os mercados nacional e internacional, considerando a melhor alternativa acessível aos clientes.</div>
<div></div>
<div>&#8220;Essa estratégia permite a Petrobras competir de forma mais eficiente, considerando a sua participação no mercado, para otimização dos seus ativos de refino, e a rentabilidade de maneira sustentável&#8221;, afirma a estatal, acrescentando que passará a ter mais flexibilidade para praticar preços competitivos, se valendo de suas melhores condições de produção e logística e disputando mercado com outros atores que comercializam combustíveis no Brasil, como distribuidores e importadores.</div>
<div></div>
<div>O fato relevante ainda afirma que a precificação competitiva mantém um patamar de preço que garante a realização de investimentos previstos no Planejamento Estratégico, sob a premissa de manutenção da sustentabilidade financeira da companhia. &#8220;A Petrobras reforça seu compromisso com a geração de valor e com sua sustentabilidade financeira de longo prazo, preservando a sua atuação em equilíbrio com o mercado&#8221;, completa a petroleira.</div>
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