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	<title>Arquivo de inflação - TVGC</title>
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	<title>Arquivo de inflação - TVGC</title>
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		<title>Brasil registra em 2025 o menor índice de inflação desde 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 13:03:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[POLÍTICA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>inflação oficial brasileira, registrada por meio do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acumulou em 2025 alta de 4,26%, menor índice desde 2018, quando ficou em 3,75%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (9/1) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se do quinto menor resultado da série histórica desde o plano [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">inflação oficial brasileira, registrada por meio do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acumulou em 2025 alta de 4,26%, menor índice desde 2018, quando ficou em 3,75%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (9/1) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se do quinto menor resultado da série histórica desde o plano Real, ou seja, nos últimos 31 anos. Antes de 2025, apenas os anos de 1998 (1,65%), 2017 (2,95%), 2006 (3,14%) e 2018 (3,75%) apresentaram um índice menor do que o do ano passado.</p>
<p dir="ltr">“Há um ano, o mercado dizia que íamos fechar 2025 com inflação de 5%, fora da meta. Hoje, o IBGE confirma que os pessimistas estavam errados: encerramos o ano com IPCA de 4,26%, o menor índice desde 2018 e dentro da meta estabelecida para nossa economia. Esse dado confirma: teremos em quatro anos a menor inflação acumulada da história. Resultado de uma política econômica séria, que faz o Brasil crescer, distribuir renda e considera, em primeiro lugar, o bem-estar do povo brasileiro”, celebrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por meio da rede X.</p>
<p dir="ltr">O índice registrado no ano passado é 0,57 ponto percentual abaixo do IPCA de 2024 (4,83%), situando-se abaixo do teto da meta (4,5%) de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Em dezembro, o IPCA foi de 0,33%, ficando acima da taxa de novembro (0,18%), mas abaixo da taxa registrada em dezembro de 2024 (0,52%).</p>
<p style="font-weight: 400;"><b><strong>ALIMENTAÇÃO E BEBIDAS</strong></b> – O grupo de Alimentação e bebidas, aquele de maior peso no índice, desacelerou na comparação do resultado de 2024 (7,69%) com 2025 (2,95%), especialmente por conta da alimentação no domicílio, que passou de 8,23% para 1,43%. Por seis meses consecutivos (junho a novembro), a alimentação no domicílio registrou variação negativa, acumulando queda de 2,69%. Nos demais meses, a alta acumulada foi de 4,23%.</p>
<p style="font-weight: 400;"><b><strong>ENERGIA ELÉTRICA</strong></b> – A energia elétrica exerceu o maior impacto individual sobre a inflação de 2025.  Entre os 377 subitens que têm seus preços considerados no cálculo do IPCA, a energia elétrica residencial exerceu o maior impacto (0,48 p.p.) individual sobre a inflação de 2025, acumulando alta de 12,31% no ano. Em segundo lugar, vieram os cursos regulares, com 0,29 p.p. de impacto e 6,54% de variação; plano de saúde, com 0,26 p.p. e 6,42%; aluguel residencial, com 0,22 p.p. e 6,06%; e lanche, com 0,21 p.p. e 11,35%.</p>
<p style="font-weight: 400;"><b><strong>HABITAÇÃO</strong></b> – O resultado de 2025 também foi influenciado principalmente pelo grupo Habitação, que acelerou de 3,06% em 2024 para 6,79%, registrando o maior impacto (1,02 ponto percentual) no acumulado do ano. No ano anterior, o impacto havia sido de 0,47 p.p. Na sequência, as maiores variações vieram de Educação (6,22% e 0,37 p.p.), Despesas pessoais (5,87% e 0,60 p.p.) e Saúde e cuidados pessoais (5,59% e 0,75 p.p.). Os quatro grupos juntos responderam por, aproximadamente, 64% do resultado do ano.</p>
<p style="font-weight: 400;"><b><strong>IPCA</strong></b> – O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Ao todo, são coletados preços de 377 subitens (produtos e serviços). A coleta de preços é feita em dez regiões metropolitanas – Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre –, além de Brasília e nas capitais Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.</p>

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		<title>Inflação acumulada do ano vai a 4,83% e estoura teto da meta em 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2025 13:28:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os preços de bens e serviços do país avançaram 0,52% em dezembro, o que representa uma alta de 0,13 ponto percentual em comparação a novembro (0,39%). O Brasil tem inflação acumulada de 4,83%, confirmando o estouro da meta em 2024. Os dados fazem parte do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, divulgado nesta sexta-feira (10) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os preços de bens e serviços do país avançaram 0,52% em dezembro, o que representa uma alta de 0,13 ponto percentual em comparação a novembro (0,39%). O Brasil tem inflação acumulada de 4,83%, confirmando o estouro da meta em 2024.</p>
<p>Os dados fazem parte do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, divulgado nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<strong>IBGE)</strong>.</p>
<p>A meta para 2024 é 3%, com variação de 1,5 ponto percentual – ou seja, piso de 1,5% e teto de 4,5%. O objetivo é estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), formado pelo Ministério da Fazenda, Ministério do Planejamento e Banco Central (BC).</p>
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		<title>Mercado financeiro eleva previsão da inflação de 4,5% para 4,55%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 13:09:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,5% para 4,55% este ano, estourando o teto da meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (28), pesquisa divulgada semanalmente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,5% para 4,55% este ano, estourando o teto da meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1617216&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1617216&amp;o=node" /></p>
<p>A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (28), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</p>
<p>Para 2025, a projeção da inflação também subiu de 3,99% para 4%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,6% e 3,5%, respectivamente.</p>
<p>A estimativa para 2024 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo CMN, a meta é de 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p>A partir de 2025, entrará em vigor o sistema de meta contínua e, assim, o CMN não precisará mais definir uma meta de inflação a cada ano. O colegiado fixou o centro da meta contínua em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p>Em setembro, puxado principalmente pela conta de energia elétrica das residências, a inflação no país foi de 0,44% após o IPCA ter registrado deflação de 0,02% em agosto. De acordo com o IBGE, em 12 meses o IPCA acumula 4,42%.</p>
<h2>Juros básicos</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 10,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação fizeram o colegiado elevar os juros pela primeira vez em mais de dois anos, na reunião que ocorreu no mês passado.</p>
<p>A última alta dos juros ocorreu em agosto de 2022, quando a taxa subiu de 13,25% para 13,75% ao ano. Após passar um ano nesse nível, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto, entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano.</p>
<p>A próxima reunião do Copom está marcada para 5 e 6 de novembro, quando os analistas esperam um novo aumento da taxa básica. Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 11,75% ao ano.</p>
<p>Para o fim de 2025, a estimativa é que a taxa básica caia para 11,25% ao ano. Para 2026 e 2027, a previsão é que ela seja reduzida, novamente, para 9,5% ao ano e 9% ao ano, respectivamente.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p>A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 3,05% para 3,08%. No segundo trimestre do ano, o Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) surpreendeu e subiu 1,4% em comparação com o primeiro trimestre. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na comparação com o segundo trimestre de 2023, a alta foi de 3,3%.</p>
<p>Para 2025, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) &#8211; a soma de todos os bens e serviços produzidos no país &#8211; é de crescimento de 1,93%. Para 2026 e 2027, o mercado financeiro estima expansão do PIB também em 2%, para os dois anos.</p>
<p>Em 2023, também superando as projeções, a economia brasileira cresceu 2,9%, com um valor total de R$ 10,9 trilhões, de acordo com o IBGE. Em 2022, a taxa de crescimento havia sido de 3%.</p>
<p>A previsão de cotação do dólar está em R$ 5,45 para o fim deste ano. No fim de 2025, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,40.</p>
<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Ftvgc.com.br%2Fmercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-de-45-para-455%2F&amp;linkname=Mercado%20financeiro%20eleva%20previs%C3%A3o%20da%20infla%C3%A7%C3%A3o%20de%204%2C5%25%20para%204%2C55%25" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Ftvgc.com.br%2Fmercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-de-45-para-455%2F&amp;linkname=Mercado%20financeiro%20eleva%20previs%C3%A3o%20da%20infla%C3%A7%C3%A3o%20de%204%2C5%25%20para%204%2C55%25" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Ftvgc.com.br%2Fmercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-de-45-para-455%2F&amp;linkname=Mercado%20financeiro%20eleva%20previs%C3%A3o%20da%20infla%C3%A7%C3%A3o%20de%204%2C5%25%20para%204%2C55%25" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_linkedin" href="https://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=https%3A%2F%2Ftvgc.com.br%2Fmercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-de-45-para-455%2F&amp;linkname=Mercado%20financeiro%20eleva%20previs%C3%A3o%20da%20infla%C3%A7%C3%A3o%20de%204%2C5%25%20para%204%2C55%25" title="LinkedIn" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_copy_link" href="https://www.addtoany.com/add_to/copy_link?linkurl=https%3A%2F%2Ftvgc.com.br%2Fmercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-de-45-para-455%2F&amp;linkname=Mercado%20financeiro%20eleva%20previs%C3%A3o%20da%20infla%C3%A7%C3%A3o%20de%204%2C5%25%20para%204%2C55%25" title="Copy Link" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a></p><p>O post <a rel="nofollow" href="https://tvgc.com.br/mercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-de-45-para-455/">Mercado financeiro eleva previsão da inflação de 4,5% para 4,55%</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://tvgc.com.br">TVGC</a>.</p>
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		<title>Inflação sobe 0,44% puxada pela alta nos preços da energia e alimentação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 18:44:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, mostra que os preços subiram 0,44% em setembro de 2024 — o que representa alta de 0,46 ponto percentual (p.p.) em comparação a agosto (-0,02%). Os dados sobre a inflação no país foram divulgados na terça-feira (10) pelo Instituto [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, mostra que os preços subiram 0,44% em setembro de 2024 — o que representa alta de 0,46 ponto percentual (p.p.) em comparação a agosto (-0,02%). Os dados sobre a inflação no país foram divulgados na terça-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</div>
<div></div>
<div>O resultado ficou bem próximo do esperado por analistas do mercado financeiro, que tinham projetado IPCA de 0,45% em setembro.</div>
<div></div>
<div>Com os dados da inflação de setembro, o Brasil tem inflação acumulada de 4,42% nos últimos 12 meses. No acumulado do ano, a alta é de 3,31%. Em setembro de 2023, a variação foi de 0,26%.</div>
<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Ftvgc.com.br%2Finflacao-sobe-044-puxada-pela-alta-nos-precos-da-energia-e-alimentacao%2F&amp;linkname=Infla%C3%A7%C3%A3o%20sobe%200%2C44%25%20puxada%20pela%20alta%20nos%20pre%C3%A7os%20da%20energia%20e%20alimenta%C3%A7%C3%A3o" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Ftvgc.com.br%2Finflacao-sobe-044-puxada-pela-alta-nos-precos-da-energia-e-alimentacao%2F&amp;linkname=Infla%C3%A7%C3%A3o%20sobe%200%2C44%25%20puxada%20pela%20alta%20nos%20pre%C3%A7os%20da%20energia%20e%20alimenta%C3%A7%C3%A3o" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Ftvgc.com.br%2Finflacao-sobe-044-puxada-pela-alta-nos-precos-da-energia-e-alimentacao%2F&amp;linkname=Infla%C3%A7%C3%A3o%20sobe%200%2C44%25%20puxada%20pela%20alta%20nos%20pre%C3%A7os%20da%20energia%20e%20alimenta%C3%A7%C3%A3o" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_linkedin" href="https://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=https%3A%2F%2Ftvgc.com.br%2Finflacao-sobe-044-puxada-pela-alta-nos-precos-da-energia-e-alimentacao%2F&amp;linkname=Infla%C3%A7%C3%A3o%20sobe%200%2C44%25%20puxada%20pela%20alta%20nos%20pre%C3%A7os%20da%20energia%20e%20alimenta%C3%A7%C3%A3o" title="LinkedIn" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_copy_link" href="https://www.addtoany.com/add_to/copy_link?linkurl=https%3A%2F%2Ftvgc.com.br%2Finflacao-sobe-044-puxada-pela-alta-nos-precos-da-energia-e-alimentacao%2F&amp;linkname=Infla%C3%A7%C3%A3o%20sobe%200%2C44%25%20puxada%20pela%20alta%20nos%20pre%C3%A7os%20da%20energia%20e%20alimenta%C3%A7%C3%A3o" title="Copy Link" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a></p><p>O post <a rel="nofollow" href="https://tvgc.com.br/inflacao-sobe-044-puxada-pela-alta-nos-precos-da-energia-e-alimentacao/">Inflação sobe 0,44% puxada pela alta nos preços da energia e alimentação</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://tvgc.com.br">TVGC</a>.</p>
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		<title>Estimativas do mercado para inflação e PIB permanecem estáveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 17:11:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPC]]></category>
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		<category><![CDATA[SEU BOLSO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para este ano, a expectativa para o crescimento da economia está em 3%. &#160; As previsões do mercado financeiro para os principais indicadores econômicos em 2024 – como a expansão da economia e o índice de inflação &#8211; ficaram estáveis na edição desta segunda-feira (30) do Boletim Focus. A pesquisa &#8211; realizada com economistas &#8211; é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="class-resumo">Para este ano, a expectativa para o crescimento da economia está em 3%.</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p class="texto">As previsões do mercado financeiro para os principais indicadores econômicos em 2024 – como a expansão da economia e o índice de inflação &#8211; ficaram estáveis na edição desta segunda-feira (30) do Boletim Focus. A pesquisa &#8211; realizada com economistas &#8211; é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC).</p>
<p class="texto">Para este ano, a expectativa para o crescimento da economia está em 3%.</p>
<p class="texto">No segundo trimestre do ano, o Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-09/pib-cresce-14-no-segundo-trimestre-e-fica-acima-do-esperado" target="_blank" rel="noopener noreferrer">surpreendeu e subiu 1,4%</a>, em comparação ao primeiro trimestre. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em relação ao segundo trimestre de 2023, a alta foi de 3,3%.</p>
<p class="texto">Para 2025, o Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) deve ficar em 1,92%, de acordo com os dados do Focus. Para 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2%, para os dois anos.</p>
<p class="texto">Em 2023, também superando as projeções, a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-03/economia-brasileira-cresce-29-em-2023" target="_blank" rel="noopener noreferrer">economia brasileira cresceu 2,9%</a>, com um valor total de R$ 10,9 trilhões, de acordo com o IBGE. Em 2022, a taxa de crescimento havia sido 3%.</p>
<p class="texto">A previsão de cotação do dólar está em R$ 5,40 para o fim deste ano. No fim de 2025, a previsão é que a moeda norte-americana fique em R$ 5,35.</p>
<h2>Inflação</h2>
<p class="texto">A previsão para este ano do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; considerada a inflação oficial do país – permaneceu em 4,37% nesta edição do Focus. Para 2025, a estimativa de inflação é de 3,97%. Para 2026 e 2027, as previsões também são de 3,6% e 3,5%, respectivamente.</p>
<p class="texto">A estimativa para 2024 está acima da meta de inflação, mas ainda dentro de tolerância, que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p class="texto">A partir de 2025, entrará em vigor o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-06/bc-descumprira-meta-se-inflacao-ficar-fora-do-alvo-por-seis-meses" target="_blank" rel="noopener noreferrer">sistema de meta contínua</a> e, assim, o CMN não precisa mais definir uma meta de inflação a cada ano. O colegiado fixou o centro da meta contínua em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p class="texto">Em agosto, puxado principalmente pelas quedas de preços em alimentos e despesas com habitação, houve <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-09/indice-que-mede-inflacao-oficial-tem-deflacao-em-agosto" target="_blank" rel="noopener noreferrer">deflação</a> de 0,02% no país, após o IPCA ter registrado inflação de 0,38% em julho. De acordo com o IBGE, em 12 meses, o IPCA acumula 4,24%.</p>
<h2>Taxa de juros</h2>
<p class="texto">Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 10,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação fizeram o colegiado <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-09/copom-eleva-juros-basicos-da-economia-para-1075-ao-ano%2C" target="_blank" rel="noopener noreferrer">elevar os juros</a> pela primeira vez em mais de dois anos, na última reunião, neste mês.</p>
<p class="texto">A última alta dos juros havia ocorrido em agosto de 2022, quando a taxa subiu de 13,25% para 13,75% ao ano. Após passar um ano nesse nível, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto, entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano.</p>
<p class="texto">A próxima reunião do Copom está marcada para 5 e 6 de novembro, quando os analistas esperam um novo aumento da taxa básica. Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 11,75% ao ano.</p>
<p class="texto">Para o fim de 2025, a estimativa é que a taxa básica caia para 10,75% ao ano. Para 2026 e 2027, a previsão é que ela seja reduzida, novamente, para 9,5% ao ano e 9% ao ano, respectivamente.</p>
<p class="texto">Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p class="texto">Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Ftvgc.com.br%2Festimativas-do-mercado-para-inflacao-e-pib-permanecem-estaveis%2F&amp;linkname=Estimativas%20do%20mercado%20para%20infla%C3%A7%C3%A3o%20e%20PIB%20permanecem%20est%C3%A1veis" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Ftvgc.com.br%2Festimativas-do-mercado-para-inflacao-e-pib-permanecem-estaveis%2F&amp;linkname=Estimativas%20do%20mercado%20para%20infla%C3%A7%C3%A3o%20e%20PIB%20permanecem%20est%C3%A1veis" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Ftvgc.com.br%2Festimativas-do-mercado-para-inflacao-e-pib-permanecem-estaveis%2F&amp;linkname=Estimativas%20do%20mercado%20para%20infla%C3%A7%C3%A3o%20e%20PIB%20permanecem%20est%C3%A1veis" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_linkedin" href="https://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=https%3A%2F%2Ftvgc.com.br%2Festimativas-do-mercado-para-inflacao-e-pib-permanecem-estaveis%2F&amp;linkname=Estimativas%20do%20mercado%20para%20infla%C3%A7%C3%A3o%20e%20PIB%20permanecem%20est%C3%A1veis" title="LinkedIn" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_copy_link" href="https://www.addtoany.com/add_to/copy_link?linkurl=https%3A%2F%2Ftvgc.com.br%2Festimativas-do-mercado-para-inflacao-e-pib-permanecem-estaveis%2F&amp;linkname=Estimativas%20do%20mercado%20para%20infla%C3%A7%C3%A3o%20e%20PIB%20permanecem%20est%C3%A1veis" title="Copy Link" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a></p><p>O post <a rel="nofollow" href="https://tvgc.com.br/estimativas-do-mercado-para-inflacao-e-pib-permanecem-estaveis/">Estimativas do mercado para inflação e PIB permanecem estáveis</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://tvgc.com.br">TVGC</a>.</p>
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		<title>Alta dos juros deve reduzir consumo e poder de compra, e efeitos podem vir no curto prazo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 16:20:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[SEU BOLSO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O Banco Central anunciou na semana passada a primeira alta em dois anos da taxa básica de juros, que passou de 10,5% para 10,75% ao ano. O aumento é o primeiro do terceiro mandato do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e veio alinhado às expectativas do mercado financeiro, que projetava essa elevação. Economistas ouvidos [&#8230;]</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://tvgc.com.br/alta-dos-juros-deve-reduzir-consumo-e-poder-de-compra-e-efeitos-podem-vir-no-curto-prazo/">Alta dos juros deve reduzir consumo e poder de compra, e efeitos podem vir no curto prazo</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://tvgc.com.br">TVGC</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>O Banco Central anunciou na semana passada a primeira alta em dois anos da taxa básica de juros, que passou de 10,5% para 10,75% ao ano. O aumento é o primeiro do terceiro mandato do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e veio alinhado às expectativas do mercado financeiro, que projetava essa elevação. Economistas ouvidos pelo<b> R7</b> explicam que a alta da Selic deve ser sentida no curto e médio prazo e vai impactar o mercado de crédito e o dia a dia da população.</p>
<p class="dark:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left"><span class="b-article-body__text">Entre outros efeitos, o aumento de 0,25 ponto percentual dos juros deve reduzir o consumo e o poder de compra dos brasileiros, além de tornar o crédito mais caro, o que pode gerar uma maior inadimplência.</span></p>
<div id="sunmedia" class="r7ad-sunmedia"></div>
<p class="dark:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left"><span class="b-article-body__text">A leitura dos especialistas é de que a economia em geral tende a desacelerar com o aumento dos custos de crédito, o que pode impactar a geração de empregos e os investimentos. Segundo José Luiz Pagnussat, mestre em economia pela UnB (Universidade de Brasília), juros mais altos reduzem a demanda econômica e, consequentemente, o crescimento e o emprego.</span></p>
<p class="dark:base-text-neutral-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left"><span class="b-article-body__text">“O crescimento da economia (PIB) é determinado pelo crescimento da demanda. Os bons resultados do PIB, puxados pelo crescimento do consumo das famílias (dado o aumento da massa salarial com mais empregos e salário médio maior), além do crescimento da demanda dos empresários (investimentos &#8211; compra de máquinas, equipamentos) preocuparam o BC”, afirmou.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_179261" style="width: 492px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-179261" class=" wp-image-179261" src="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2024/10/VVWVN7TWCNBVZEH6TJOKGFF7WQ.jpg" alt="" width="482" height="289" srcset="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2024/10/VVWVN7TWCNBVZEH6TJOKGFF7WQ.jpg 770w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2024/10/VVWVN7TWCNBVZEH6TJOKGFF7WQ-300x180.jpg 300w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2024/10/VVWVN7TWCNBVZEH6TJOKGFF7WQ-768x462.jpg 768w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2024/10/VVWVN7TWCNBVZEH6TJOKGFF7WQ-100x60.jpg 100w" sizes="(max-width: 482px) 100vw, 482px" /><p id="caption-attachment-179261" class="wp-caption-text">Valter Campanato/Agência Brasil</p></div>
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		<title>Prévia da inflação recua em setembro e na comparação anual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 17:15:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) divulgado nesta quarta-feira (25) desacelerou na comparação com o mês agosto, que registrou taxa de 0,19%, abaixo da expectativa do mercado financeiro, que esperava 0,28%. Os números foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o instituto, com o resultado apurado em setembro, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) divulgado nesta quarta-feira (25) desacelerou na comparação com o mês agosto, que registrou taxa de 0,19%, abaixo da expectativa do mercado financeiro, que esperava 0,28%.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1613579&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1613579&amp;o=node" /></p>
<p>Os números foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o instituto, com o resultado apurado em setembro, o índice acumulou alta de 4,12% em 12 meses, abaixo do patamar de 4,35% da divulgação anterior.</p>
<p>No acumulado dos últimos 12 meses, a taxa é de 4,12%, abaixo dos 4,35% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. No ano, o IPCA-15 acumula alta de 3,15%.</p>
<p>Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete tiveram alta em setembro.</p>
<p>A maior variação e o maior impacto positivo vieram de Habitação (0,50% e 0,08 p.p). Já Alimentação e bebidas (0,05% e 0,01 p.p.), grupo de maior peso no índice, registrou aumento de preços após dois meses de queda.</p>
<p>As demais variações ficaram entre o recuo de 0,08% de Transportes e o aumento de 0,32% em Saúde e Cuidados Pessoais.</p>
<p>Sete regiões analisadas tiveram alta em setembro. A maior variação foi observada em Salvador (0,35%), por conta da alta da gasolina (2,17%) e do gás de botijão (3,04%). Já o menor resultado foi em Recife (-0,37%), que registrou queda nos preços da gasolina (-4,51%) e da cebola (-31,80%).</p>
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		<title>Crescimento da Indústria Catarinense Supera Estimavas em 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Izabella]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 20:24:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Superando as expectativas do início de 2024, a indústria catarinense deve crescer 4,65%, contra os 4,51% previstos anteriormente. A estimativa é do economista-chefe da Federação das Indústrias de SC (FIESC), Pablo Bittencourt. Em reunião da diretoria da entidade nesta sexta-feira (19), o economista destacou que o Brasil vem mostrando uma transformação na sua dinâmica de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_177003" style="width: 830px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Capturar-8.png"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-177003" class="size-full wp-image-177003" src="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Capturar-8.png" alt="" width="820" height="544" srcset="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Capturar-8.png 820w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Capturar-8-300x199.png 300w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Capturar-8-768x510.png 768w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Capturar-8-100x66.png 100w" sizes="(max-width: 820px) 100vw, 820px" /></a><p id="caption-attachment-177003" class="wp-caption-text">Reforma fiscal e contas públicas são desafios para crescimento, firma o economista-chefe da FIESC, Pablo Bittencourt &#8211; Fotos: Filipe Scotti / FIESC</p></div>
<p>Superando as expectativas do início de 2024, a indústria catarinense deve crescer 4,65%, contra os 4,51% previstos anteriormente. A estimativa é do economista-chefe da Federação das Indústrias de SC (FIESC), Pablo Bittencourt.</p>
<p>Em reunião da diretoria da entidade nesta sexta-feira (19), o economista destacou que o Brasil vem mostrando uma transformação na sua dinâmica de crescimento, que favorece a indústria catarinense, dada a diversidade de setores e a característica do parque industrial do estado. “A indústria de SC tem cadeias bem estruturadas na produção de bens duráveis e bens de consumo, que neste momento estão puxando o crescimento do país”, explica.</p>
<p>De acordo com ele, esse cenário é um reflexo de dois principais fatores: a redução da taxa de juros &#8211; com efeitos positivos sobre o crédito &#8211; e também a elevada taxa de ocupação na economia brasileira, com impacto sobre o aumento da renda do trabalhador. “A tendência é um aumento na contratação de crédito para financiar o consumo. O endividamento das famílias parou de cair, e a renda das famílias está sendo compatível com redução da dívida e crescimento do consumo, especialmente se a taxa básica de juros voltar a cair no início de 2025, como esperado”, explicou Bittencourt.</p>
<h3>Brasil e exterior</h3>
<p>A inflação brasileira, um dos pilares para a definição da taxa básica de juros, tem se mostrado sob controle. Os recentes resultados do IPCA vieram abaixo da expectativa, a despeito do impacto de preços previstos pela desvalorização do real e dos efeitos da tragédia climática no Rio Grande do Sul na economia. “Tivemos impacto, mas não o descontrole de preços, mesmo com o reajuste dos combustíveis pela Petrobras, a situação no RS e desvalorização do real”, afirmou.</p>
<p>Aliados a esses fatores, os dados de inflação nos Estados Unidos e a sinalização de redução na taxa de juros por lá este ano, provavelmente em setembro, também contribuem para a percepção de que há espaço para uma redução de juros no Brasil no início de 2025.</p>
<h3>Desafios</h3>
<p>O equilíbrio fiscal é um dos grandes entraves para uma melhora significativa na economia, segundo Bittencourt. Ele salientou que a necessidade de corte de gastos públicos para atingir a meta é premente e, apesar do anúncio do governo federal do corte de R$ 15 bilhões, ainda seria necessário uma nova redução, de pelo menos R$ 11 bilhões para que fosse possível encerrar o ano dentro da banda da meta fiscal. A meta para o exercício é de déficit zero, com uma banda de tolerância de 0,25 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB) para cima ou para baixo.</p>
<p>A reforma tributária é outro fator de atenção, apesar de a FIESC ter considerado o texto aprovado recentemente pela Câmara dos Deputados como adequado. “O processo de aprovação conseguiu guardar o que mais importante na reforma: a não-cumulatividade, a equalização da carga tributária, a cobrança no destino e a simplificação”, afirmou.</p>
<p>Bittencourt destacou, no entanto, que o aumento de exceções deve ser monitorado na sequência da tramitação no Senado. Segundo o economista, a futura revisão da reforma, prevista para 2031, poderá equilibrar eventuais distorções e fazer ajustes. Apesar de positiva, essa previsão cria incerteza sobre como será no futuro dos setores que receberam incentivos.</p>
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		<title>Argentina é ‘point’ de ‘turismo de supermercado’ e doce de R$70 no BR fica R$14 no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jul 2023 11:23:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A inflação na Argentina tem impulsionado o turismo de supermercado no país. O termo significa que há moradores vizinhos do país atravessando a fronteira para fazer compras por preços “infinitamente” mais baratos. Para entender o fenômeno, a reportagem entrou em contato com uma economista nesta terça-feira, dia 18, para entender se a mudança vale a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_156665" style="width: 596px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-156665" class="wp-image-156665 size-full" src="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/9c3eda1eeb3a3c61b64cd230dbc4044a3e5a4312be2f3afc453cb244723d9d3ceedbbe580ce8e6caa620a537f3339facimg_0018-e1689765720816.jpg" alt="" width="586" height="463" srcset="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/9c3eda1eeb3a3c61b64cd230dbc4044a3e5a4312be2f3afc453cb244723d9d3ceedbbe580ce8e6caa620a537f3339facimg_0018-e1689765720816.jpg 586w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/9c3eda1eeb3a3c61b64cd230dbc4044a3e5a4312be2f3afc453cb244723d9d3ceedbbe580ce8e6caa620a537f3339facimg_0018-e1689765720816-300x237.jpg 300w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/07/9c3eda1eeb3a3c61b64cd230dbc4044a3e5a4312be2f3afc453cb244723d9d3ceedbbe580ce8e6caa620a537f3339facimg_0018-e1689765720816-100x79.jpg 100w" sizes="auto, (max-width: 586px) 100vw, 586px" /><p id="caption-attachment-156665" class="wp-caption-text"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Conforme o governo argentino, somente no primeiro trimestre deste ano, 1,9 milhão de turistas estrangeiros entraram no país. </span>Créditos foto: Marcos de Lima</p></div>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">A inflação na Argentina tem impulsionado o turismo de supermercado no país. O termo significa que há moradores vizinhos do país atravessando a fronteira para fazer compras por preços “infinitamente” mais baratos.</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Para entender o fenômeno, a reportagem entrou em contato com uma economista nesta terça-feira, dia 18, para entender se a mudança vale a pena.</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Conforme a economista Janine Alves, os preços na Argentina são impulsionados pela inflação.</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">“A crise econômica da Argentina e a desvalorização do peso não só estão atraindo os turistas brasileiros para Buenos Aires, o Valle Nevado, mas também levando os brasileiros a atravessarem a fronteira para comprar comida, combustível e roupas, por exemplo. Os brasileiros que atravessam a fronteira estão de fato economizando muito”, conta.</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Alves explica ainda que a desvalorização do peso argentino é vantajosa aos brasileiros que vão fazer compras na Argentina porque eles podem comprar mais produtos com o mesmo valor em reais. Por exemplo, se o peso argentino vale 0,018 reais, um produto que custa 100 pesos argentinos custará apenas 1,80 reais. Isso significa que os brasileiros podem economizar muito dinheiro nas suas compras na Argentina.</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><b><strong style="font-style: inherit;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Brasileiros buscando economizar</span></strong></b></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">“A desvalorização do peso argentino também pode tornar a Argentina um destino turístico mais atraente para os brasileiros. Isso porque os brasileiros podem viajar para a Argentina e gastar menos dinheiro do que gastariam em outros países”, explica a economista.</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">A profissional diz que a desvalorização do peso argentino é um fenômeno recente e é difícil prever como ela vai se desenvolver no futuro. No entanto, é provável que a desvalorização do peso argentino continue a ser vantajosa para os brasileiros que vão fazer compras na Argentina.</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">De acordo com o governo argentino, somente no primeiro trimestre deste ano, 1,9 milhão de turistas estrangeiros entraram no país, quase o dobro do 1 milhão que visitaram a Argentina no mesmo período de 2022.</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><b><strong style="font-style: inherit;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Comparação de preços</span></strong></b></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">O site preciosmundi, que divulga pesquisas sobre preços em todo o mundo, mostrou os preços dos supermercados argentinos.</span></p>
<p style="font-weight: 300;"><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Confira:</span></p>
<p><img decoding="async" src="https://www.progressofm89.com.br/image/w=700&amp;q=90/c96c53d8cabf35236e39ad4a7c4d51b2capturar3.webp" /></p>
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		<title>Mercado prevê inflação de 4,95% e crescimento de 2,19% para o PIB este ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vanessa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jul 2023 18:40:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado financeiro reduziu a previsão da inflação para este ano pela oitava vez. Segundo projeção do Boletim Focus, divulgada nesta segunda-feira (10) pelo Banco Central, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar este ano em 4,95%. Há uma semana, a projeção do mercado era de que a inflação este ano ficasse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro reduziu a previsão da inflação para este ano pela oitava vez. Segundo projeção do Boletim Focus, divulgada nesta segunda-feira (10) pelo Banco Central, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar este ano em 4,95%. Há uma semana, a projeção do mercado era de que a inflação este ano ficasse em 4,98%%. Há quatro semanas, a previsão era de 5,42%.</p>
<p>A projeção continua acima da meta de inflação para este ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), definida em 3,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Dessa forma, a meta será considerada formalmente cumprida se oscilar entre 1,75% e 4,75%. Para 2024, a projeção é de que o IPCA fique em 3,92%.</p>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está no maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar.</p>
<p>A próxima reunião do Copom está marcada para o início do mês de agosto. Para o mercado financeiro, a expectativa é que haja uma diminuição na taxa. A projeção do Focus aponta que a Selic termine o ano em 12%. Já para 2024, a previsão é de que a taxa recue e termine o ano em 9,5%.</p>
<p>Divulgado semanalmente, o Boletim Focus reúne a projeção de mais de 100 instituições do mercado para os principais indicadores econômicos do país.</p>
<p><strong>PIB</strong></p>
<p>Em relação ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), o Focus manteve a previsão da semana passada de crescimento de 2,19% para este ano. Para 2024, o boletim estimou o crescimento de 1,28%, a mesma da semana passada. Para 2025, a projeção é de um crescimento de 1,80%.</p>
<p><strong>Câmbio</strong></p>
<p>O mercado manteve pela terceira semana a previsão do câmbio, com o dólar fechando o ano em R$ 5. Há quatro semanas a previsão era de que a moeda norte-americana ficasse em R$ 5,10. Para 2024, a projeção é que o dólar fique em R$ 5,06, menor do que o projetado na semana anterior, quando a previsão era de R$ 5,08. Para 2025, a previsão é que o câmbio feche em R$ 5,15.</p>
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		<title>Preço alto leva brasileiro a reduzir consumo de proteínas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 11:34:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GERAL]]></category>
		<category><![CDATA[NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[aumento]]></category>
		<category><![CDATA[carne]]></category>
		<category><![CDATA[CARNE BOVINA]]></category>
		<category><![CDATA[cenario futuro]]></category>
		<category><![CDATA[diminuição]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa realizada pela plataforma online Kantar, no primeiro trimestre deste ano com 3.800 pessoas, revela que o consumo de proteínas tem caído na mesa dos brasileiros, à exceção da carne de porco. Em consequência da inflação, o consumo de proteínas caiu 9% no período, contra -6% do segmento de alimentos e bebidas. “As proteínas, de forma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_154559" style="width: 1180px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-154559" class="size-full wp-image-154559" src="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/06/a81t6009.jpg" alt="" width="1170" height="700" srcset="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/06/a81t6009.jpg 1170w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/06/a81t6009-300x179.jpg 300w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/06/a81t6009-1024x613.jpg 1024w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/06/a81t6009-768x459.jpg 768w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/06/a81t6009-100x60.jpg 100w" sizes="auto, (max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /><p id="caption-attachment-154559" class="wp-caption-text">Carne moída (Fábio Rodrigues-Pozzebon/Agência Brasil)</p></div>
<p>Pesquisa realizada pela plataforma <em>online</em> Kantar, no primeiro trimestre deste ano com 3.800 pessoas, revela que o consumo de proteínas tem caído na mesa dos brasileiros, à exceção da carne de porco. Em consequência da inflação, o consumo de proteínas caiu 9% no período, contra -6% do segmento de alimentos e bebidas.</p>
<p>“As proteínas, de forma geral, vêm caindo, algumas com mais intensidade, caso da carne bovina. Mas a gente vê, desde o início do cenário inflacionário mais alto, que o consumo de proteínas é menor desde o ano passado”, disse nesta segunda-feira (12) à <strong>Agência Brasil </strong>a diretora do Painel de Uso da Kantar, Divisão Worldpanel, Aurelia Vicente.</p>
<p>A carne bovina, que tinha participação de 43,1% no primeiro trimestre de 2021, agora está com 39%. A trajetória de queda já era sinalizada em igual período de 2022, quando o consumo caiu para 40,5%. Já a carne suína fez o caminho inverso, subindo de 4,6%, entre janeiro e março de 2021, para 7,6%, no mesmo período de 2022 e, neste ano, para 9,1%.</p>
<p>Aurelia Vicente destacou que mesmo as proteínas mais baratas, como salsichas e linguiças, que se destacaram em 2022, perderam importância na mesa dos brasileiros na comparação com o primeiro trimestre do ano passado. O consumo de linguiças caiu de 15,4% para 14,9% e o de salsichas, de 4,8% para 3,8%. No curto prazo, o consumo de carne de aves também apresenta recuperação e, após alta de preços em 2022, a participação passa de 25,9% para 28,6% no primeiro trimestre de 2023.</p>
<p>Peixes e frutos-do-mar demonstraram estabilidade nos três primeiros meses deste ano, comparativamente ao mesmo período de 2022, com 4,3% de share, embora apresentando retração em relação a 2021 (6%).</p>
<h2>Cenário futuro</h2>
<p>Segundo Aurelia Vicente, até pelo início do cenário de queda da inflação mais recente, já se começa a ver uma retomada do consumo de carne de frango, por exemplo. “É um cenário que vem muito pela necessidade de equilíbrio do bolso [do consumidor mesmo. As pessoas querem continuar com alguma proteína no prato e acabam indo para algo que caiba dentro do bolso. A gente vê o movimento dessas proteínas mais baratas (salsichas e linguiças) ganhando esse espaço, não só em classes mais baixas, mas principalmente nessas classes, virando justamente a principal proteína. Ou seja, ganhando esse espaço que antes era muito forte de bovinos e aves.”</p>
<p>Para a diretora da Kantar, no curto e no médio prazos, a questão vai depender do comportamento dos preços. “O Brasil tem preferência pelas carnes bovina e de frango e, quando as pessoas tiverem possibilidade, vão voltar a comprar com mais intensidade”, disse Aurelia. Ela ressaltou que isso será um reflexo do comportamento de preços, não só da carne, mas de outras categorias que são <em>commodities</em> (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado externo), como arroz e feijão”. O brasileiro tem intenção de consumir, mas existe o impeditivo dos preços altos hoje em dia, ressaltou.</p>
<p>Desde 2020, a plataforma Kantar realiza semanalmente pesquisas semelhantes, ouvindo 3.800 pessoas.</p>
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		<title>Inflação de maio causa reajuste de preço em planos de saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Douglas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jun 2023 11:32:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[VÍDEOS]]></category>
		<category><![CDATA[ans]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[planos de sáude]]></category>
		<category><![CDATA[PREÇOS]]></category>
		<category><![CDATA[reajustes]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após puxar a inflação de maio, os planos de saúde terão reajuste em junho. A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) vai definir nesta segunda-feira (12), em reunião da diretoria colegiada, o índice máximo de aumento anual para contrato individual ou familiar. A estimativa é de reajuste entre 10% e 12%, segundo a projeção da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_147192" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-147192" class="size-full wp-image-147192" src="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/02/zello_saude.jpg" alt="" width="1024" height="640" srcset="https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/02/zello_saude.jpg 1024w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/02/zello_saude-300x188.jpg 300w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/02/zello_saude-768x480.jpg 768w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/02/zello_saude-160x100.jpg 160w, https://tvgc.com.br/wp-content/uploads/2023/02/zello_saude-100x63.jpg 100w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-147192" class="wp-caption-text">Life and health insurance policy concept idea. Finance and insurance.</p></div>
<p><span style="font-family: Arial, Verdana;">Após puxar a inflação de maio, os planos de saúde terão reajuste em junho. A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) vai definir nesta segunda-feira (12), em reunião da diretoria colegiada, o índice máximo de aumento anual para contrato individual ou familiar.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Verdana;">A estimativa é de reajuste entre 10% e 12%, segundo a projeção da Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde), com base na metodologia de aumento adotada pela ANS e em cálculo de consultorias.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Verdana;">A medida vai afetar 8,9 milhões de beneficiários de planos individuais e familiares, o que representa 17,6% do total de consumidores de planos de assistência médica no Brasil. O setor atingiu um total de 50.573.160 usuários em abril deste ano, o maior número desde novembro de 2014.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Verdana;">O aumento vai valer para contratados a partir de janeiro de 1999, e poderá ser aplicado pela operadora a partir da data de aniversário do contrato, ou seja, no mês da contratação do plano</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span><span style="font-family: Arial, Verdana;">Enquanto o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial do país, foi de 0,23% em maio, o maior impacto e a maior variação vieram do grupo Saúde e cuidados pessoais, com 0,93%. O destaque foi o plano de saúde, que registrou alta de 1,20% no mês.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span><span style="font-family: Arial, Verdana;">Nos últimos 12 meses, o acumulado dos convênios chega a 17,48%, enquanto a inflação geral acumula 3,94%.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span><b></b></p>
<p><span style="font-family: Arial, Verdana;"><b>Histórico</b><br />
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<p><span style="font-family: Arial, Verdana;">Em 2020, os planos ficaram congelados devido à pandemia de Covid-19. Já em 2021, pela primeira vez, a ANS definiu redução de 8,19% nos valores das mensalidades.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
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<p><span style="font-family: Arial, Verdana;">A decisão foi motivada pela queda da demanda decorrente do período de isolamento na pandemia; devido ao distanciamento social, muitos brasileiros adiaram a procura por serviços médicos não emergenciais. </span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
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<p><span style="font-family: Arial, Verdana;">No ano passado, a agência autorizou reajuste de 15,5% nos planos de saúde individuais e familiares, o maior índice desde o início da série histórica, em 2000.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span><b></b></p>
<p><span style="font-family: Arial, Verdana;"><b>Como funciona o reajuste<br />
</b></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Verdana;">ANS explica que o índice de reajuste dos planos individuais ou familiares é determinado pela agência, sendo aprovado em reunião de diretoria colegiada e apreciado pelo Ministério da Fazenda.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
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<p><span style="font-family: Arial, Verdana;">&#8220;O percentual é o teto para o reajuste. As operadoras podem aplicar índices mais baixos, mas são proibidas de aplicar percentuais mais altos que o definido pela ANS para os planos individuais ou familiares&#8221;, afirma a agência reguladora em nota.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span><span style="font-family: Arial, Verdana;">Já os planos coletivos com 30 beneficiários ou mais possuem reajuste definido em contrato e estabelecido a partir da relação comercial entre a empresa contratante e a operadora, em que há espaço para negociação entre as partes. </span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Verdana;">O Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) defende que os reajustes dos planos coletivos sejam regulados à semelhança dos planos individuais. Para a coordenadora do programa de Saúde do Idec, Ana Carolina Navarrete, o ideal seria que o reajuste fosse regulado para todos os tipos de planos.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
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<p><span style="font-family: Arial, Verdana;">&#8220;Como a maioria dos contratos coletivos reajusta seus planos com base na sinistralidade e ela como índice é pouco clara (cada empresa define de uma forma diferente), isso permite uma ampla liberdade para a operadora, no limite, fazer alteração unilateral do preço, prática vedada pelo Código de Defesa do Consumidor. O ideal seria que as cláusulas de reajuste fossem padronizadas&#8221;, afirma a coordenadora.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span><b></b></p>
<p><span style="font-family: Arial, Verdana;"><b>Como o consumidor pode se proteger</b><br />
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<p><span style="font-family: Arial, Verdana;">Problemas com reajuste ocuparam o terceiro lugar em reclamações do ranking do Idec dentro do tema de planos de saúde, com 13,7% dos registros. Esse também é um problema bastante judicializado. Veja a orientação da coordenadora do programa de Saúde do Idec, Ana Carolina Navarrete:</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
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<p><span style="font-family: Arial, Verdana;">• Um primeiro passo é o consumidor questionar a operadora sobre as razões do aumento. Se, por exemplo, a operadora alega alta na taxa de uso do plano, a chamada sinistralidade, é possível o consumidor procurar informações na ANS e verificar se a sinistralidade (taxa de uso do plano) informada pela operadora está elevada ou não. É um primeiro exercício de controle.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Verdana;">• Se a operadora esclarece e as informações batem, o consumidor deve avaliar se vale a pena permanecer no plano de saúde pagando o novo valor.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
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<p><span style="font-family: Arial, Verdana;">• Se não valer, ele pode fazer a portabilidade, sendo a troca de plano sem cumprir novas carências, migrando para um plano de saúde mais barato. Pode, ainda, fazer o downgrade, a qual é a troca por um plano mais barato dentro da mesma empresa.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Verdana;">• Se a operadora não esclarecer as razões do reajuste elevado e se a regra de reajuste do contrato não for clara sobre como ele é feito, é possível também questionar o reajuste na Justiça.</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span><span style="font-family: Arial, Verdana;">Fonte: Idec</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span><b></b></p>
<p><span style="font-family: Arial, Verdana;"><b>Como reclamar na ANS<br />
</b></span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Verdana;">A ANS orienta os usuários que estiverem com dúvidas em relação ao percentual do seu reajuste que procurem, inicialmente, sua operadora e, caso não tenha a questão resolvida, registre reclamação junto à ANS nos seguintes canais de atendimento:</span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Verdana;">• Formulário eletrônico Fale Conosco na Central de Atendimento ao Consumidor  </span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Verdana;">• Central de atendimento para deficientes auditivos: 0800 021 2105  </span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Verdana;">•  Núcleos da ANS existentes nas cinco regiões do país. Confira aqui as unidades com atendimento presencial e faça o agendamento online </span><span style="font-family: Arial, Verdana;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Arial, Verdana;">• Disque ANS (0800 701 9656): atendimento telefônico gratuito, de 2ª a 6ª feira, das 8h às 20h, exceto feriados nacionais</span></p>
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