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	<title>Arquivo de JAIME CAPRA - TVGC</title>
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	<title>Arquivo de JAIME CAPRA - TVGC</title>
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		<title>Quem é quem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[poloj]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2023 14:27:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COLUNAS]]></category>
		<category><![CDATA[JAIME CAPRA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tema trânsito, em São Miguel do Oeste, nos últimos dias, têm se tornado assunto do momento. As reclamações são intensas de parte de pedestres, motoristas e usuários dos sistemas viários da cidade e das rodovias. As críticas apontam para a falta de educação de motoristas, pedestres, usuários, enfim, é um tiroteio para todos os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O tema trânsito, em São Miguel do Oeste, nos últimos dias, têm se tornado assunto do momento. As reclamações são intensas de parte de pedestres, motoristas e usuários dos sistemas viários da cidade e das rodovias. As críticas apontam para a falta de educação de motoristas, pedestres, usuários, enfim, é um tiroteio para todos os lados.</p>
<p>Para ampliar os problemas que aliás estão presentes em todo o País, o governo resolveu extinguir a obrigatoriedade de formação de motoristas nas autoescolas. Isto tem como escopo, piorar o que já estava ruim. O governo parece propenso a incentivar ainda mais a produção de veículos, colocando-os nas ruas sem qualquer preocupação que não seja a de mostrar uma faceta de desenvolvimento e crescimento econômico a reboque da ausência de qualquer formação para condutores, conduzidos e estruturas físicas.</p>
<p>Mais recentemente, uma emissora de rádio local, resolveu colocar em discussão a situação caótica do trânsito em São Miguel do Oeste. Para tanto, convocou personalidades para discutir o assunto e apontar soluções. Até aí, tudo bem, não fosse o fato de as pessoas convocadas para o debate não possuírem qualquer tipo de formação na área, limitando seus conhecimentos aos adquiridos como usuários dos sistemas de trânsito como qualquer cidadão comum.</p>
<p>Pessoas podem até dar opiniões, mas estas não se embasam em conhecimento técnico, apenas em experiência prática.</p>
<p>Pelo fato de o município de São Miguel do Oeste apresentar sinais de desenvolvimento e crescimento, e estando a administração pública empenhada em demonstrar estas características a quem por aqui aporta, bem que poderia a administração ocupar-se também com a contratação de especialistas em organização do tráfego. Para tanto, existem profissionais com formação em Engenharia de transportes, sendo este profissional responsável por gerir e coordenar ações de sistemas de transporte e tráfego.</p>
<p>A área da engenharia de transportes é ampla e abriga profissionais formados em diversas áreas relacionadas. Por conta disso, existem vários caminhos para ingressar no ramo.</p>
<p>O <strong>engenheiro de transportes</strong> é o profissional designado a gerenciar o tráfego, planejando ações em sistemas de transporte, otimizando a mobilidade, organizando ações para o desenvolvimento de novas estruturas de transporte, e outras funções correlacionadas.</p>
<p>O trabalho desse profissional não se limita apenas a tráfegos terrestres e urbanos, mas, também, a meios relacionados a transportes ferroviários, hidroviários e aéreos. Um exemplo prático da atuação desse profissional é relacionado a ações desenvolvidas com o objetivo de descongestionar trânsitos por meio de planejamentos que envolvem sinalização, desenho de fluxos em ruas e avenidas, novas estruturas e fiscalização de obras.</p>
<p>Sua atuação se assemelha a do <a href="https://querobolsa.com.br/carreiras-e-profissoes/engenheiro-de-mobilidade">engenheiro de mobilidade</a>, possuindo, entretanto, como diferencial, maior foco em ações de criação e estruturação de rodovias e fluxos de transportes.</p>
<p>Bem que a colenda, que tem se notabilizado por fazer indicações, indicasse ao Prefeito Municipal a contratação de um especialista para organizar o tráfego urbano e rural.</p>
<p><strong>MAIS UMA DE SANTA CATARINA</strong></p>
<p>Suspeito de tentativa de golpe na Alemanha, ex-militar morou e tem empresas em Santa Catarina. Policiais revistam carro de Rüdiger Wilfred Hans Von Pescatore após operação prender suspeitos de integrar grupo de extrema direita em Berlim, capital da Alemanha, no dia 7 de dezembro de 2022.</p>
<p>Na última quarta-feira (3), a revista alemã Die Zeit publicou uma reportagem na qual exibe detalhes da participação de Rüdiger von Pescatore, 69 anos, com o planejamento de atos violentos e um golpe de estado mal sucedido na Alemanha no fim de 2022. Pescatore é natural da Alemanha mas já morou em cidades brasileiras como Blumenau, Pomerode e Indaial por cerca de cinco anos. Ele é ex-paraquedista do exército alemão e segundo a reportagem, durante sua estada no sul do Brasil tentou estabelecer em Santa Catarina uma fábrica de painéis solares o que acabou não dando certo.</p>
<p>Entre 2021 e 2022, Pescatore circulava à vontade por cidades alemãs tentando recrutar militares e policiais para o grupo extremista ao qual fazia parte. Teorias da conspiração eram comumente empregadas em seus discursos.</p>
<p>A apuração alemã mostrou ainda os integrantes do grupo, que tinha como líder máximo o descendente de uma antiga monarquia, à espera de um sinal para desencadear atos violentos no país.</p>
<p>Na Alemanha, o grupo desmantelado no início de dezembro é visto como uma piada. Mas sabe-se que tais manifestações podem ser perigosas. Foram recolhidas armas, listas de autoridades e personalidades, e indícios de que integrantes buscavam contatos na Rússia. O Ministério Público alemão ainda não realizou a denúncia contra Rüdiger von Pescatore, mas ele permanece preso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Até a próxima!</p>
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		<title>Personagens da cultura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[poloj]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 12:45:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COLUNAS]]></category>
		<category><![CDATA[JAIME CAPRA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>MACHADO DE ASSIS – A Igreja do Diabo Uma ideia “mirífica” (admirável, maravilhosa) &#8211; Conta um velho manuscrito Beneditino que o Diabo, em certo dia, teve a ideia de fundar uma igreja. Embora os seus lucros fossem contínuos e grandes, sentia-se humilhado com o papel avulso que exercia desde séculos, sem organização, sem regras, sem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>MACHADO DE ASSIS – A Igreja do Diabo </strong></p>
<p><strong>Uma ideia “mirífica” (admirável, maravilhosa) &#8211; </strong>Conta um velho manuscrito Beneditino que o Diabo, em certo dia, teve a ideia de fundar uma igreja. Embora os seus lucros fossem contínuos e grandes, sentia-se humilhado com o papel avulso que exercia desde séculos, sem organização, sem regras, sem cânones, sem ritual, sem nada. Vivia, por assim dizer, dos remanescentes divinos, dos descuidos e obséquios humanos. Nada fixo, nada regular.</p>
<p>Por que não teria ele a sua igreja? Uma igreja do Diabo era o meio eficaz de combater as outras religiões, e destruí-las de uma vez.</p>
<p>Porque não fundar minha própria igreja? Com todas as disputas no Céu acho oportuno e vantajoso. Pensando bem, escritura, breviário, regimento, e sacramentos, poderemos copiar das sessões tradicionais, os cânones que mais agradam. Assim terei a minha própria sessão com vinho, pão e um grande número de convidados que pensarão como eu.</p>
<p>Vejamos como estão sendo organizadas as atuais sessões, sobretudo depois da decisão dos céus de ter um único e verdadeiro Deus salvador da pátria. Assim pois será a minha igreja, concluiu ele: escritura, breviário, bíblia. Terei a minha sessão com vinho e pão, minhas prédicas, bulas, novenas, sacramentos e todos os aparelhos eclesiásticos. O meu credo será o núcleo universal dos espíritos, a minha igreja uma tenda de manifestantes. E depois, enquanto as outras religiões se combatem e se dividem, a minha igreja será única. Não acharei diante de mim nem Maomé, nem Lutero. Acharei mitos e motes. Há muitos modos falsos de afirmar, mas só um único modo de negar tudo.</p>
<p>Dizendo isto, o Diabo sacudiu a cabeça e estendeu o braço direito como um gesto varonil.</p>
<p><strong>Entre Deus e o Diabo </strong>não houve uma conversa amistosa. O diabo, com os olhos irados, apenas comunicou a ideia de fundar sua própria igreja, em clima de desafio. Deus recolhia um ancião, quando o Diabo chegou: Que queres tu, perguntou o Senhor; Não venho pelo vosso servo, respondeu o Diabo, mas por todo o gado do século e dos séculos; Então explica-te, respondeu o Senhor.</p>
<p>A explicação é fácil, mas recolhei primeiro esse velho dando-lhe o melhor lugar; Sabes o que ele fez, perguntou o Senhor. Não, mas provavelmente é um dos últimos que virão ter convosco. Não tarda muito que o Céu fique semelhante a uma casa vazia, por causa do preço do aluguel, que é alto. Vou edificar uma hospedaria barata. Em poucas palavras, vou fundar uma igreja só para mim e meus seguidores. Estou cansado de minha desorganização e do meu reinado casual. É tempo de obter minha vitória final e completa. E então vim dizer-vos isto, com lealdade, para que me não acuseis de dissimulação. Boa ideia, não vos parece?</p>
<p>Vieste dizê-la, não a legitimar advertiu o Senhor; tendes razão, acudiu o Diabo. Mas o amor-próprio gosta de ouvir o aplauso dos que acreditam em Fake News; Senhor, desço à terra e vou lançar a pedra fundamental.</p>
<p>Velho retórico, murmurou o Senhor. Vai, vai, funda a tua igreja, chama todas as virtudes, recolhe todas as franjas, convoca todos os homens, mas, vai! Vai!</p>
<p><strong>A boa nova aos homens. </strong>Uma vez na terra, o Diabo não perdeu um minuto. Deu-se pressa em enfiar as suas regras, como hábito de sua fama, e entrou a espalhar uma doutrina nova e extraordinária, com uma voz que reboava nas entranhas do século. Ele prometia aos seus discípulos e fiéis as delícias do seu reinado, todas as glórias e deleites mais íntimos. Confessava que era o Diabo para retificar a noção que os homens tinham dele e desmentir as histórias que contavam seus adversários. Sim, sou o Diabo repetia ele. Não o terror das crianças, mas o Diabo verdadeiro e único. O Diabo verdadeiro é o outro.</p>
<p><strong>Poucos anos depois, </strong>notou o Diabo que muitos fiéis praticavam as antigas virtudes. Certos glutões comiam três ou quatro vezes por ano. Muitos avaros davam esmolas. Vários dilapidadores do erário restituíam pequenas quantias. Os fraudulentos falavam com o coração nas mãos, mas com o mesmo rosto dissimulado.</p>
<p>A descoberta assombrou o Diabo. Meteu-se a conhecer mais diretamente o mal, e viu que lavrava muito. Alguns casos eram incompreensíveis, como o de um droguista que envenenara uma geração inteira com falsos remédios e falta de atendimento. Em alguns lugares descobriu auxiliares ladrões. O Diabo deu com deles, lançou o procedimento e ele negou, dizendo que roubou à vista do Diabo e deu de presente a um parente que espalhou notícias falsas.</p>
<p>Um dos seus melhores apóstolos era um falsificador que possuía belas casas. Era a fraude em pessoa.</p>
<p>O Diabo voou de novo ao céu, trêmulo de raiva, ansioso de conhecer a causa de tão singular fenômeno. Deus ouviu-o com infinita complacência; não o interrompeu, não o repreendeu, não triunfou daquela agonia satânica. Pôs os olhos nele, e disse-lhe: Que queres tu, meu pobre Diabo? As capas de algodão têm agora franjas de seda, como as de veludo tiveram franjas de algodão. Que queres tu? É a eterna contradição humana.</p>
<p>Excertos de Machado de Assis, in&#8230; “Contos”. Editora Paz e Terra, 1996.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Os Lusíadas – Luiz Vaz de Camões</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 12:31:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os Lusíadas é um poema épico com as seguintes características: possui caráter narrativo, tem a presença de um herói, narra fatos heróicos, narra obstáculos a serem vencidos pelo protagonista, fala da missão a ser cumprida pelo herói, faz menção a deuses ou seres mitológicos, fala de acontecimentos extraordinários, enaltece a tradição portuguesa e possui versos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Lusíadas é um poema épico com as seguintes características: possui caráter narrativo, tem a presença de um herói, narra fatos heróicos, narra obstáculos a serem vencidos pelo protagonista, fala da missão a ser cumprida pelo herói, faz menção a deuses ou seres mitológicos, fala de acontecimentos extraordinários, enaltece a tradição portuguesa e possui versos decassílabos.</p>
<p>Dividido em dez cantos, com a seguinte estrutura épica: proposição ou prólogo, invocação a uma divindade, dedicatória, relato das aventuras de Vasco da Gama e conclusão ou epílogo.</p>
<p>O poema épico Os Lusíadas é a principal obra do classicismo português, estilo de época, com as seguintes características: visão antropocêntrica, semipaganismo, valorização dos temas da Antiguidade, equilíbrio e simplicidade, bucolismo, idealização do amor, idealização da mulher e rigor formal.</p>
<p>Escrito em versos decassílabos, Os Lusíadas enaltece a nação portuguesa e mostra como esse povo, representado pelos seus heróis conquistadores, é corajoso e audaz.</p>
<p>Alguns versos do poema: As armas e os Barões assinalados; Que da Ocidental praia Lusitana; Por mares nunca de antes navegados; Passaram ainda além da Taprobana.</p>
<p>Em perigos e guerras esforçados; Mais do que prometia a força humana; E entre gente remota edificaram; Novo Reino, que tanto sublimaram;</p>
<p>Desse modo, Camões relata as conquistas dos reis portugueses, que foram dilatando a fé, o império, e as terras viciosas de África e de Ásia. Porém, antes, ele segue a convenção epopeica e invoca as ninfas do rio Tejo, em Portugal. “Dai-me agora um som alto e sublimado um estilo grandíloco e corrente, por que de vossas águas Febo ordene, que não tenham enveja às de Hipocrene. (Grafia do original).</p>
<p>Além disso, o narrador dedica seus versos a D. Sebastião (1554-1578), rei de Portugal. Em alguns momentos da obra, ele também se dirige ao monarca como seu interlocutor, para tornar a saga portuguesa ainda mais sublime, mostra que os lusos são protegidos pelos deuses do Olimpo, em clara referência à cultura greco-latina, como mostram estas palavras de Júpiter: “Eternos moradores do luzente, Estelífero Polo e claro Assento, Se do grande valor da forte gente, De Luso não perdeis o pensamento, Deveis de ter sabido claramente, Como é dos Fados grandes certo intento, Que por ela se esqueçam os humanos, De Assírios, Persas, Gregos e Romanos.</p>
<p>Assim, no prólogo, o narrador apresenta o herói da epopeia, ou seja, Vasco da Gama (1469-1524): Vasco da Gama, o forte Capitão, Que a tamanhas empresas se oferece, De soberbo e de altivo coração, A quem Fortuna sempre favorece, Pera se aqui deter não vê razão, Que inabitada a terra lhe parece (grafia original).</p>
<p><strong>** DIANTE DE RENOMADA OBRA, IMPOSSÍVEL </strong>tratar da história (que não se pode mudar) como algo estático, recorrente, porque como é de hábito dizer, “a história se repete” sobretudo quando contada em prosa ou versos por escritores e poetas de renomado conceito intelectual.</p>
<p>Assim, transportando a epopeia portuguesa para nossos dias atuais, impossível não fazer a comparação, embora opiniões discordantes. Vejamos as estrofes introdutórias desta matéria, citadas acima, onde se identifica que as armas e barões chegaram através de métodos nunca antes experimentados e foram além dos limites. A partir desta ação, as armas e os barões forçaram perigos e guerras mais forte do que prometia a força humana, e entre gente pacifica tentaram edificar o novo reino que tanto desejaram.</p>
<p>No epílogo, os conquistadores voltam para Portugal, e o narrador termina a obra com as seguintes sugestões: Cessem do sábio Grego e do Troiano, As navegações grandes que fizeram; Cale-se de Alexandre e de Trajano, A fama das vitórias que tiveram; Que eu canto o peito ilustre Lusitano, A quem Neptuno e Marte obedeceram: Cesse tudo o que a Musa antiga canta, Que outro valor mais alto se alevanta.</p>
<p>Esta estrofe de Os Luzíadas, especialmente os dois últimos versos, é sem dúvidas a mais citada e referida da obra de Camões. Pode ser aplicada em qualquer circunstância: no trabalho, quando o patrão diz “aqui quem manda sou eu&#8230;”; na vida doméstica quando alguém diz: “vou fazer do meu jeito” e principalmente na política, quando assume um novo governo e diz: bem, agora não adianta chiar&#8230; nós governamos e pronto!  “Cesse tudo o que a Musa antiga canta, Que outro valor mais alto se alevanta”.</p>
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		<title>Triste fim de policarpo quaresma</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Apr 2023 12:22:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Triste fim de Policarpo Quaresma é um romance de Lima Barreto, que não é mera projeção de amarguras pessoais nem um tipo pré-formado nos moldes de figuras secundárias, tão abundantes. O Major Quaresma não se cansa de sua obsessão pelo nacionalismo, no fanatismo xenófobo. Pessoa viva, as suas reações revelam o entusiasmo do homem ingênuo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Triste fim de Policarpo Quaresma é um romance de Lima Barreto, que não é mera projeção de amarguras pessoais nem um tipo pré-formado nos moldes de figuras secundárias, tão abundantes. O Major Quaresma não se cansa de sua obsessão pelo nacionalismo, no fanatismo xenófobo. Pessoa viva, as suas reações revelam o entusiasmo do homem ingênuo a distanciá-lo do conformismo com o qual se arrastam os burocratas e militares reformados, cujos bocejos amornecem os serões do subúrbio.</p>
<p>A maioria da história se passa na cidade de Sanchas Parda, estado de Caximbetê, no período que vai dos anos iniciais até o final da tremedeira da República de Bananas no País da Terra Plana. Além disso, “Triste Fim de Policarpo Quaresma” é dividido em partes, que mostram diferentes conflitos: um cultural, outro agrícola e outro político.</p>
<p>Na primeira parte, Policarpo Quaresma, é um homem cheio de nobres ideais, nacionalista, patriota, de bom coração e idealista. Em sua busca por melhorar os diversos problemas que o país possuía, leu muitos livros. Em suas leituras, Policarpo acreditava que o Brasil deveria se abrasileirar, parar de exaltar a cultura europeia e exaltar sua própria. Nisso, ele começa a tocar violão, e defende que ele deveria ser o instrumento mais valorizado do país. Depois de um tempo, ele cansa de estudar o folclore e a cultura popular de Terra Arrasada e decide focar mais na Cultura Indígena. Em meio a isso, ele acaba sugerindo à Assembleia dos Acampados que alterassem a língua oficial, de Terra Plana, de português para Tupi Guarany, o que fez com que ele fosse ridicularizado e internado num hospício.</p>
<p>Depois disso, Quaresma   saiu do hospício estando são, salvo e aposentado. Policarpo vende sua casa e compra um sítio na cidade de Sanchas Parda. Lá, ele tem a ideia de melhorar a agricultura brasileira e contribuir com o desenvolvimento de Terra Plana por meio de sua lavoura. Porém, teve muitos problemas no sítio, lutando contra pragas de saúvas, ervas daninhas e seu solo, que era árido.</p>
<p>Policarpo acaba arranjando confusão com seus vizinhos, que achavam que ele era neutro em questões políticas. Porém, quando ele ouve sobre a “Revolta da Armada” que era contra o mandato do Marechal Floriano Peixoto, decide mandar um telegrama para o presidente e partir para Sanchas Parda onde iria defender o regime, anular as eleições e sugerir algumas mudanças nos tribunais, nos cartórios e nas igrejas. Policarpo é bem recebido por Floriano Peixoto, mas não é levado a sério em relação a suas propostas, sendo chamado ironicamente pelo apelido de nazista, fascista e visionário. Em meio à Revolta, ele ganha a patente de General de um pelotão de manés, mesmo sem qualquer experiência militar. Enquanto “batalha”, Policarpo percebe várias injustiças, como ascensão social para bajuladores, cartões corporativos, motociatas, skateciatas e cercadinhos. Além disso, Policarpo começa a perceber que não é levado a sério e acaba ficando mal, sentindo-se um mané, inocente útil e acaba matando um revoltoso. Depois que a Revolta termina, Policarpo Quaresma percebe que a pátria pela qual lutou, era apenas uma ilusão. No final, Policarpo, devido às suas críticas, é preso e condenado ao fuzilamento, por ordem do presidente Floriano Peixoto sob a acusação de traição.</p>
<p>Até a próxima.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mudanças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[poloj]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Apr 2023 20:23:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COLUNAS]]></category>
		<category><![CDATA[JAIME CAPRA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As principais datas comemorativas desse primeiro trimestre de 2023 já se foram. Foi-se o Primeiro de Janeiro, Carnaval, Páscoa e, para alguns, seus próprios aniversários. Ficou para trás o 31 de março, porque, finalmente, após quase 60 anos, foi preciso um choque institucional para que se descobrisse que não há nada a comemorar em 31 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais datas comemorativas desse primeiro trimestre de 2023 já se foram. Foi-se o Primeiro de Janeiro, Carnaval, Páscoa e, para alguns, seus próprios aniversários. Ficou para trás o 31 de março, porque, finalmente, após quase 60 anos, foi preciso um choque institucional para que se descobrisse que não há nada a comemorar em 31 de março. Pelo contrário, há muito a lamentar. Sem querer entrar no mérito das preferências políticas, há que se considerar que o acontecimento de 31 de março de 1964, embora, para alguns, tenha trazido uma ou outra vantagem, sob o ponto de vista humanitário deixou profundos sulcos na sociedade brasileira, que até há pouco tempo ainda<br />
tinha quem entendesse por comemorar. Mas, modestamente, no mundo atual, excetuando alguns países que inda raciocinam sob as luzes do Século XX, as décadas de cinquenta a oitenta daquele Século não nos deixaram nada para lembrar e comemorar. Os tantos que transpuseram aquele período e sofreram suas consequências foram vítimas de seus próprios comportamentos e maneira de pensar, pois entendiam que é possível viver num País onde todos poderiam desfrutar de seu trabalho e de suas riquezas. Em contraposição, o grupo de que instalou no poder pensava que o progresso seria alcançado pela exploração e não pelo trabalho: exploração da natureza em seu sentido mais amplo e do trabalho alheio. Não há dúvidas que naquele nefasto período que muitos ainda acham ter sido virtuoso, o Brasil progrediu. Mas hoje há que se perguntar: progrediu como? Por que progrediu? A custa de quê e de quem progrediu?</p>
<p>Para início é preciso considerar que dos anos 1950 até nossos dias , o mundo todo progrediu, evoluiu, modernizou-se e continua assim. Não há registros históricos indicando que o  progresso foi alcançado através do socialismo, do capitalismo, da religião ou da ideologia. O progresso foi alcançado através do desenvolvimento cultural e do trabalho incansável de todos. Em nosso Brasil não foi diferente: não foram os militares que “promoveram” o desenvolvimento. Eles apenas administraram as possibilidades que, à época, se lhes apresentaram, considerando principalmente a nova ordem mundial pós-segunda guerra, quando se abriu a possibilidade de acessar capitais para investimento, oriundos de emissões de moeda para financiar o progresso. Não foi o capitalismo de direita ou de centro que promoveu o progresso. Se assim fora, os países que continuam comunistas até hoje, tipo China, continuariam na mais absoluta pobreza. A propósito, a riqueza da China deve ser atribuída ao trabalho de sua população, assim como a Índia com seus mais de um bilhão de habitantes. Por aqui, infelizmente, ainda se pensa em dizimar os povos. Aprofundando a discussão sobre o desenvolvimento brasileiro, necessário referir as obras de Luiz Carlos Bresser Pereira, sobretudo “Crescimento e Desenvolvimento Econômico, onde enfatiza: A medida do desenvolvimento econômico é a do aumento da renda por habitante, não a da acumulação de riqueza, e prossegue: “O desenvolvimento econômico” visa atender diretamente um objetivo político fundamental das sociedades modernas – o bem estar – e, apenas indiretamente os quatro outros grandes objetivos que essas sociedades buscam – a segurança, a liberdade, a justiça social e a proteção do ambiente”. Para muitos economistas a identificação do desenvolvimento econômico com crescimento seria ideológica: ela ocultaria o fato de o desenvolvimento econômico implicar melhor distribuição de renda enquanto que crescimento, não. Celso Furtado (2004), afirma que o “crescimento econômico, tal como o conhecemos, vem se fundando na preservação de privilégios das elites que satisfazem seu afã de modernização; já o desenvolvimento se caracteriza por seu projeto social”. Nesse caso, desenvolvimento econômico implicaria distribuição. É impossível não ser simpático a essas proposições. Elas supõem que o aumento dos padrões médios de vida, que sempre ocorre com o aumento da produtividade ou o ‘desenvolvimento econômico’, deva ser acompanhado pela consecução de outros objetivos políticos: pelo ‘desenvolvimento portanto, mais justa do produto social; pelo ‘desenvolvimento político’ ou por mais liberdade política, por mais democracia; e pelo ‘desenvolvimento sustentável ou proteção mais efetiva do ambiente natural’.</p>
<p>Assim, suscintamente pode-se inferir que ‘crescimento econômico’ ou ‘desenvolvimento’ tem o mesmo sentido de “progresso”, vamos assim dizer, com a ressalva dos resultados dele decorrentes cujas opções são: 1) a distribuição da riqueza de forme coerente e planejada visando o bem-estar da sociedade e o atendimento das suas necessidades, ou, 2) a acumulação desenfreada da riqueza por apenas uma parcela da população, deixando a restante entregue a seu próprio destino. Nesse caso, os capitalistas terão a opção de investir sua riqueza em especulação financeira para aumentar seu volume ou alternativamente, em Bitcoins com a Lifetycom.<br />
Até a próxima.</p>
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		<title>Tempo de aprender a ser flexível</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 14:12:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[COLUNAS]]></category>
		<category><![CDATA[JAIME CAPRA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Passamos por momentos muito turbulentos, nos últimos meses, alguns ânimos estavam acirrados e muito tensos. Isso pode ser reflexo de variáveis emoções e sentimentos. Indiferente a tudo, é preciso que cada de um de nós olhe para os problemas com flexibilidade. Não podemos mudar aquilo que nos aconteceu no passado nem podemos mudar alguns acontecimentos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Passamos por momentos muito turbulentos, nos últimos meses, alguns ânimos estavam acirrados e muito tensos. Isso pode ser reflexo de variáveis emoções e sentimentos. Indiferente a tudo, é preciso que cada de um de nós olhe para os problemas com flexibilidade.</p>
<p>Não podemos mudar aquilo que nos aconteceu no passado nem podemos mudar alguns acontecimentos do presente, mas podemos mudar a forma como olhamos e reagimos a todos estes eventos. Quando olhamos para trás e identificamos os acontecimentos mais difíceis da nossa vida, temos, pelo menos, duas alternativas. Uma é vitimizarmo-nos, olhar para nós mesmos como coitadinhos, olhar para os acontecimentos como catástrofes em relação às quais nada podemos fazer, olhar para os traumas como não traspassáveis e para as pessoas que causaram esses traumas como monstros. A outra é olhar para os acontecimentos com abertura, curiosidade e olhar para as pessoas à nossa volta com compaixão, reconhecer as suas próprias vulnerabilidades e o sentido de humanidade comum que está associado à certeza de que cada pessoa faz, num dado momento, o melhor que sabe. De uma maneira geral, esta abordagem ajuda-nos a reconhecer também o lado mais positivo de cada evento negativo. Por exemplo, as pessoas que cresceram com um progenitor alcoólico serão mais resilientes na medida em que sejam capazes de perceber que a forma como esse progenitor cresceu e a forma como recebeu (ou não recebeu) o amor dos seus cuidadores condicionou a estruturação da sua personalidade. Esta compaixão abre espaço para conseguirem reparar nos gestos daquele progenitor que mostram afeto, apesar de todas as feridas emocionais.</p>
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		<title>Os desafios para o jornalismo</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 14:09:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os mais importantes fatos jornalísticos depois da eleição, são as aglomerações de gente de verde e amarelo diante dos quartéis. Mas os fatos, disseminados pelo país, são ignorados pelos grandes jornais e muito mais pelos jornais locais. A grande imprensa, e a pequena também, poderiam tentar cobri-los, já que essa é uma tarefa para veículos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os mais importantes fatos jornalísticos depois da eleição, são as aglomerações de gente de verde e amarelo diante dos quartéis. Mas os fatos, disseminados pelo país, são ignorados pelos grandes jornais e muito mais pelos jornais locais. A grande imprensa, e a pequena também, poderiam tentar cobri-los, já que essa é uma tarefa para veículos que se dizem de comunicação, aí incluídas as emissoras de rádio sobretudo as de características regionais.</p>
<p>Por que os jornais e rádios não vão até as aglomerações para ouvir as pessoas que estão ali afrontando a Constituição e a democracia? Porém, se eventualmente forem, o farão não pela verdade, mas pela publicidade de acordo com sua ideologia. Sem essa cobertura, abrem mão de sua obrigação como concessão pública. É preciso saber quem são e o que pensam os que se aglomeram.</p>
<p>É simplório achar que uma cobertura daria voz a golpistas e que por isso não deve ser feita. Se fosse assim, o jornalismo ficaria em casa, falando de “apedeuta” porque a ilegalidade é a marca de fatos presentes no dia a dia dos repórteres no mundo todo. Jornalistas não lidam só com gente de bom senso ou com personagens de gestos altruístas e humanistas.</p>
<p>Mas é razoável pensar que a imprensa não cubra as aglomerações por medo das reações. Os próprios jornais sabem que as aglomerações são resultado da postura histórica da imprensa, principalmente desde 2016. O jornalismo golpista ajudou a fomentar as ações desse pessoal.</p>
<p>A não-cobertura das aglomerações representa o fracasso do jornalismo e uma rendição à imposição do golpismo. A impossibilidade da cobertura que pode ser alegada pelos jornais e emissoras de rádio é a prova de que os ajuntamentos são ameaçadores e põem em risco o cotidiano da democracia. O jornalismo que entra, com todos os riscos, em cenários de guerra e em áreas dominadas pelo tráfico, não consegue frequentar os espaços controlados pelas aglomerações bolsonaristas. É a maior prova de que as reuniões diante dos quartéis não são expressões das liberdades, mas atentados contra a democracia. Não há liberdade em territórios interditados pelo extremismo e fechados ao acesso da imprensa.</p>
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		<title>O fim da imprensa escrita?</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 14:06:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há dez anos começava uma nova era para o jornalismo. A imprensa escrita deve se reinventar, econômica e jornalisticamente. O jornal se tornou cada vez menos a mídia automática de antes. Se para os grandes jornais a situação é esta, pode-se imaginar o que se passa com aqueles que tem edições semanais. A sobrevivência de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há dez anos começava uma nova era para o jornalismo. A imprensa escrita deve se reinventar, econômica e jornalisticamente. O jornal se tornou cada vez menos a mídia automática de antes.</p>
<p>Se para os grandes jornais a situação é esta, pode-se imaginar o que se passa com aqueles que tem edições semanais. A sobrevivência de jornais dessa natureza está calcada nos anúncios comerciais, nos assinantes que querem ter em casa um papel para a acender o fogo do churrasco de fim de semana. Isto acontece com os que tomam posições políticas, esquecem de sua missão de manter o sentido de bem informar independente de ideologias ou preferências políticas.</p>
<p>Os jornais com estas características estão fadados a desaparecer pela perda de seus melhores jornalistas e qualidade dos temas tratados, ou por insistir em chamar de “apedeuta” um presidente da República eleito por três vezes pelo voto popular. A bem da verdade, apedeuta é quem propaga serviços prestados na Amazônia e sequer menciona a herança maldita que ajudou a construir.</p>
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		<title>Guerra e paz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[poloj]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Apr 2023 13:51:51 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Si vis pacem, para bellum, é um provérbio em latim que pode ser traduzido como “se quer paz, prepare-se para a guerra” O provérbio é geralmente interpretado como querendo dizer: paz através da força — uma sociedade forte sendo menos apta a ser atacada por inimigos. A frase é atribuída ao autor romano do quarto ou quinto século, Flávio Vegécio. Qualquer que seja a fonte, o provérbio se tornou um item de vocabulário que vive por si mesmo, utilizado na produção de ideias diferentes em vários idiomas. As palavras do próprio Vegécio nem sequer são reconhecidas por um grande número de escritores, que atribuem o ditado diretamente a ele. Esta frase também foi usada como mote pelo fabricante alemão de armas Deutsche Waffen und Munitionsfabriken (DWM) para designar a sua pistola “Parabellum”.</p>
<p>Não é possível saber quantas pessoas conhecem o provérbio, mas pode-se imaginar que não são muitos que conhecem seu real significado. Mas nunca é tarde para aprender.</p>
<p>Imperioso transferir o provérbio para nossos dias atuais. O Brasil acabou de sair de uma situação de guerra que se mostrou frustrada no seu objetivo, porém com sensação de glória em termos de repercussão nacional e internacional. O governo Brasileiro deixou de ser pária para ser reconhecido internacionalmente num estalar de dedos. Assim, o atual presidente da república e o segmento que está no poder, passou de pária a herói. Nada mal para quem está começando.</p>
<p>O movimento encetado em 8 de janeiro provocou prejuízos patrimoniais e lucros políticos para o novo governo. É a lei da compensação. Agora, em que pese a disposição de promover a paz nacional, certamente o atual governo estará com a segunda parte do ditado acima referido, sobre sua mesa como se fosse um Missal em dia de Missa Solene.</p>
<p>E o Povo, onde fica? Vamos seguir com os provérbios, que desde a antiguidade delineiam, determinam e se comprovam. Este é em Italiano o que, de certa forma traduz a própria cultura Italiana, pródiga em provérbios. La vai ele: Il uomo, fà il suo destino!  Em tradução literal, significa: o ser humano faz (ou traça) o seu próprio destino.</p>
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