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	<title>Arquivo de VIOLÊNCIA CONTRA MULHER - TVGC</title>
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	<title>Arquivo de VIOLÊNCIA CONTRA MULHER - TVGC</title>
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		<title>Quando a violência deixa de ser mascarada e impacta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Polo TI]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Mar 2017 13:25:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESPECIAIS]]></category>
		<category><![CDATA[VIOLÊNCIA CONTRA MULHER]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sete mulheres foram mortas em menos de três meses na região Oeste de Santa Catarina, nos municípios de São José do Cedro, São Miguel do Oeste, Cunha Porã e Barra Bonita. Em outros municípios casos de violência sem morte também vieram à tona nestes meses. Resultado do quê, toda essa violência contra as mulheres? A reportagem do Jornal Gazeta convida você para esta leitura da realidade</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><br></p>





<p class="wp-block-paragraph">São
Miguel do Oeste<o_p></o_p></p>

<img decoding="async" src="http://www.portalgc.com.br/galerias/noticias/840/0304_awwww.png" alt="">

<p class="wp-block-paragraph">Na Delegacia da Comarca de São
Miguel do Oeste, no período de 2013 a 2016, foram registrados 756 Boletins de
Ocorrência em casos de violência contra mulher. Na Delegacia da Mulher
(DEPCAMI), nesse mesmo período foram 1244. No ano de 2016 a Delegacia da Mulher
registrou 338 Boletins de Ocorrência durante todo o ano, e de janeiro até o dia
07 de março de 2017, os números já são expressivos, chegando a 107 registros em
pouco mais de dois meses. Na Delegacia da Comarca foram, até o momento, mais 42
registros. <o_p></o_p></p>





<p class="wp-block-paragraph">Os números referem-se a crimes como
violência doméstica ou não, ameaça, vias de fato, lesões corporais, injúria,
difamação, assédio sexual e estupro. Conforme a delegada de Polícia Civil,
Joelma Stang, os casos não apenas aumentaram, mas segundo ela, com a instalação
da Delegacia especializada no ano de 2008 em São Miguel do Oeste, tornou-se
mais acessível às vítimas fazerem a denúncia. “A violência não veio à tona
agora apenas, existem estudos que apontam que ela está presente todos os dias,
meses, anos. As mídias também têm divulgado mais determinadas situações, mas a
violência sempre fez parte da história”, disse ela. <o_p></o_p></p>





<p class="wp-block-paragraph">Todos os casos de mortes de mulheres
nestes três meses de 2017 chamam atenção pela semelhança com que foram praticados.
Em Cunha Porã, por exemplo, eram três irmãs: de 12, 15 e 23 anos que foram
mortas a facadas. O suspeito de 24 anos é ex-namorado da vítima de 15 anos. Em
Barra Bonita, o responsável pela morte de duas mulheres utilizou de um facão
para coemter o crime. Em São José do Cedro a vítima também foi atacada com uma
faca. O último caso foi registrado em São Miguel do Oeste na madrugada de
domingo, dia 12 de março, quando uma mulher foi encontrada já sem vida e teria
levado uma paulada na cabeça. <o_p></o_p></p>





<p class="wp-block-paragraph">A reportagem do Jornal Gazeta chegou a
questionar a Delegada sobre uma possível influência dos meios de comunicação,
de sua interferência na tomada de decisão em crimes como os ocorridos. Joelma
disse que a imprensa possui um papel social a cumprir e que muitas vezes esses
casos são tratados de uma maneira banal, no entanto, salientou que não é ela
quem determinada a prática dos crimes. “Existem períodos onde crimes de
homicídios acontecem mais, bem como furtos, outros com brigas generalizadas em
locais públicos, períodos que ocorrem atos infracionais, etc. A questão da
violência contra as mulheres é algo que vai além disso, e está ligada a um
contexto muito amplo de acontecimentos, a um ciclo de violência que ela estaria
envolvida e certamente o agressor também.&nbsp;
O papel da imprensa nesses casos é a prevenção, que ela possa orientar e
chegar até as mulheres onde há a eminência de chegar naquela situação. Ainda
continuo acreditando no papel de imprensa e de que ela não deva tratar esses
casos como simples fatos ou notícias, de forma banal, com sensacionalismo”,
enfatizou. <o_p></o_p></p>





<p class="wp-block-paragraph"><b>&nbsp;Medida protetiva é
o suficiente?</b></p>



<p class="wp-block-paragraph"><o_p></o_p></p>





<p class="wp-block-paragraph">As medidas protetivas são aplicadas
após a denúncia de agressão feita pela vítima à Delegacia de Polícia. Conforme
a delegada Joelma Stang, cabe ao juiz a execução da mesma em até 48h. No
entanto, em São Miguel do Oeste a prática que tem se adotado em razão da grande
demanda é de que o próprio delegado ao receber a denúncia da vítima já faz
contato com o agressor e determina a aplicação da medida. Segundo Joelma, o
descumprimento de uma medida protetiva resulta na prisão do agressor. “As
mulheres precisam acreditar na efetividade da lei Maria da Penha, nas medidas
protetivas”, disse a delegada enfatizando que diante de crimes como os
ocorridos na região, é preciso analisar se as medidas protetivas ainda estavam
vigentes para garantir a efetividade delas. <o_p></o_p></p>





<p class="wp-block-paragraph">No entanto, a delegada salienta que
para além das medidas protetivas, a Lei n. 11.340, conhecida como “Maria da
Penha” aponta que para o combate da violência contra a mulher, são necessárias
políticas públicas de atendimento. “Se a violência persiste em determinados
casos é necessária uma intervenção imediata de uma assistência a essa vítima,
para analisar o desequilíbrio emocional dela e do agressor”. <o_p></o_p></p>





<p class="wp-block-paragraph">Questionada sobre a existência dessa
equipe multidisciplinar, Joelma apontou falhas na rede de atendimento tanto no
município, do poder executivo e do judiciário. Segundo ela, também seria
necessário fazer um estudo de caso nesses crimes registrados recentemente na
região e, a partir disso, criar um outro protocolo de atendimento às vítimas.
“Hoje o protocolo é esperar a vítima chegar até nós, contar o fato, registra-se
o boletim de ocorrência, se instaura um inquérito policial quando a vítima
permite. Não existe na atualidade um trabalho aprofundado de atendimento que
possa fazer com que a violência contra mulher seja combatida na sua
efetividade”, mencionou. <o_p></o_p></p>

<img decoding="async" src="http://www.portalgc.com.br/galerias/noticias/840/0319_dsc_0118.jpg" alt="">Delegada de Polícia Civil, Joelma Stang.



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;<b><span style="font-size:12.0pt;Times New Roman;,serif">Ciúmes não é amor
e proteger não é isolar</span></b></p>



<p class="wp-block-paragraph"><i><span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;Times New Roman;,serif">Quem
já ouviu alguma frase do tipo: “Esse calção está muito curto, precisa vestir
algo menos vulgar”. “Eu ajudo a limpar a casa se for necessário”. “Prefiro você
natural do que maquiada”. A Psicóloga Marcionize Filipini e Assistente Social
Graciele Herschaft Thiel, explicam que essas frases estão diretamente ligadas a
um ciclo de violências históricas praticadas contra todas nós.</span></i></p>





<p class="wp-block-paragraph"><span style="Times New Roman;, serif; font-size: 12pt;">Quem
já ouviu alguma frase do tipo: “Esse calção está muito curto, precisa vestir
algo menos vulgar”. “Eu ajudo a limpar a casa se for necessário”. “Prefiro você
natural do que maquiada”. Essas e outras frases não significam “amor”,
“preocupação”, “cuidado” para com a mulher, mas sim, estão diretamente ligadas
a um ciclo de violências históricas praticadas contra todas nós. Quem explica
isso é a Psicóloga Marcionize Filipini e Assistente Social Graciele Herschaft
Thiel, que foram entrevistadas pela reportagem do Jornal Gazeta. Segundo elas,
várias dessas manifestações citadas acima provem de um pensamento machista
fruto da sociedade patriarcal que ainda prevalece nos dias de hoje.</span></p>





<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;
Times New Roman;,serif">Marcionize
explicou que muitas mulheres, especialmente na fase da adolescência ainda confundem
“ciúmes” com “amor”. Acreditam que qualquer manifestação do companheiro com relação
a sua roupa, forma de agir e o próprio excesso de zelo são entendidos como
demonstração de amor, mas na verdade podem estar alicerçadas no desenvolvimento
de uma relação machista que pode gerar uma série de problemáticas. <o_p></o_p></span></p>





<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;
Times New Roman;,serif">Graciele
e Marcionize falaram sobre as violências brutais registradas no Oeste Catarinense
e no Extremo-oeste, região considerada a segunda mais violenta no país, porém,
assinalaram que esses casos ‘chocaram” por serem bárbaros, no entanto, esses
crimes, a violência como um todo sempre existiu e pode ser entendida em
diversos exemplos. “Humilhar, xingar e diminuir a autoestima, fazer a mulher
achar que está ficando louca, controlar e oprimir a mulher,</span> <span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;Times New Roman;,serif">expor
a vida íntima,</span> <span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;
Times New Roman;,serif">atirar objetos, sacudir e apertar os
braços,</span> <span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;Times New Roman;,serif">forçar
atos sexuais desconfortáveis,</span> <span style="font-size:12.0pt;line-height:
150%;Times New Roman;,serif">quebrar objetos da mulher”, tudo isso
se constitui em violência conforme elas.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="Times New Roman;, serif; font-size: 12pt; text-indent: 35.4pt;">Nesse sentido, Marcionize
e Graciele disseram que a sociedade acaba sentindo-se</span><span style="Times New Roman;, serif; font-size: 12pt; text-indent: 35.4pt;">&nbsp; </span><span style="Times New Roman;, serif; font-size: 12pt; text-indent: 35.4pt;">atemorizada quando a violência chega na
última instância, quando a vida de uma mulher é exterminada, no entanto, “faltam
políticas públicas, educação de qualidade e não mercantil, estudo e discussão
de gênero na escola, na família, na Igreja e em outros espaços, para levar a
compreensão de que embora existam leis como a Maria da Penha, as Medidas
Protetivas, é urgente o investimento na formação do ser humano para a
construção de ‘um novo homem, uma nova mulher”, disseram.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="Times New Roman;, serif; font-size: 12pt; text-indent: 35.4pt;">Marcionize ressaltou que
muitas vezes a própria mulher vítima de violência não percebe a violência
sofrida. Ela fala da violência Psicológica que pode gerar danos irreparáveis na
vítima, a qual causa depressão e uma série de outras doenças presentes na
sociedade e que da mesma forma, são tratadas a partir de altos investimentos em
medicamentos, mas a causa não é tratada, a fonte do problema está na perspectiva
segundo ela, do sistema que aí está. “A violência psicológica está presente em
todas as demais formas de violências. É aquela onde o agressor busca diminuir a
autoestima da mulher, o que acaba tornando a mulher uma ‘presa’ fácil. O
agressor busca formas de distanciar a vítima da família, dos seus ciclos de
amizade, dos ambientes sociais que representam suporte social à mulher. O fato
dela se emancipar, trabalhar fora também é um fator que gera insegurança no
agressor que passa a querer o maior isolamento dela para que seja cada vez mais
dependente dele”.</span></p>





<p class="wp-block-paragraph"><span style="font-size:12.0pt;line-height:150%;
Times New Roman;,serif">Graciele
percebe que a mesma sociedade machista do século XX segue reproduzindo que
mulheres devem ser subservientes aos homens e não trabalha na perspectiva de
equanimidade de gênero. “Talvez seja menos provável que um homem vá sair na rua
e machucá-la fisicamente em público, mas ele pode ao chegar em casa, ao entrar
no carro, falar palavras ofensivas a todo o momento. Essa violência causa um
dano muitas vezes irreparável”, disse.&nbsp;<o_p></o_p></span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><b><span style="font-size:12.0pt;Times New Roman;,serif">Como superar a
violência?</span></b></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="Times New Roman;, serif; font-size: 12pt; text-indent: 35.4pt;">Ao serem perguntadas sobre o porquê a
violência brutal como as ocorridas na região no início desse ano causam mais
“choque” para quem lê ou ouve falar disso, Graciele e Marcionize explicaram que
tudo está novamente ligado a ordem societária vigente. “O sistema capitalista é
violento. Para ele predominar é necessário que existam dominadores e dominados
e as mulheres sempre foram tratadas como inferiores. Nesse sentido, causa maior
‘dor’ saber que aconteceram assassinatos brutais, porque isso tudo está perto de
nós, não foi o ‘Datena’ que noticiou, foram os meios de comunicação próximos da
gente”, disse. Segundo elas, a região Oeste ainda é machista. “A nossa cultura
é extremamente machista. Muito se fala em dividir o Sul do resto do País, no
entanto, existem crimes bárbaros acontecendo tão perto. Temos tanto que
evoluir”.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="Times New Roman;, serif; font-size: 12pt; text-indent: 35.4pt;">A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) é
considerada a principal legislação vigente no país utilizada no enfrentamento à
violência contra a mulher e além dela, existe a Lei do Feminicídio, sancionada
pela presidente Dilma Rousseff em 2015. O Feminicídio caracteriza-se como crime
de ódio de gênero, como o assassinato de mulheres. No município de Paraíso, por
exemplo, no ano de 2015, uma mulher foi morta a pauladas pelo companheiro. O
crime foi considerado feminicídio e o acusado recebeu pena de 30 anos de
prisão.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><span style="Times New Roman;, serif; font-size: 12pt; text-indent: 35.4pt;">No entanto, segundo Graciele, é necessário
que a sociedade repense a Educação, as bases, a família. “Precisamos avançar. É
na base que podemos ter perspectivas para superar a violência e outros
problemas que fazem as pessoas sofrerem. O Brasil mesmo sendo um País subdesenvolvido
investe muito, mas quando o problema já aconteceu. A Saúde gasta horrores em
medicamentos, no tratamento, sendo que a maioria dos problemas são de ordem
psicológica, emocional. Por isso é urgente repensar a prevenção e sobre isso
todos/as possuem responsabilidade”, finalizou.</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br></p>





<p class="wp-block-paragraph"><img decoding="async" src="http://www.portalgc.com.br/galerias/noticias/840/0349_dsc_0314.jpg" alt="" style="text-align: center;"></p>

(Claudia Weinman) Da esquerda para direita, Psicóloga Marcionize Filipini e Assistente Social Graciele Herschaft Thiel.


<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img decoding="async" src="http://tvgc1.hospedagemdesites.ws/wp-content/uploads/2022/12/0349_dsc_0314.jpg" alt="" class="wp-image-50360"/><figcaption>(Claudia Weinman) Da esquerda para direita, Psicóloga Marcionize Filipini e Assistente Social Graciele Herschaft Thiel.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img decoding="async" src="http://tvgc1.hospedagemdesites.ws/wp-content/uploads/2022/12/0304_awwww.png" alt="" class="wp-image-50361"/></figure>



<figure class="wp-block-image size-large is-style-default"><img decoding="async" src="http://tvgc1.hospedagemdesites.ws/wp-content/uploads/2022/12/0319_dsc_0118.jpg" alt="" class="wp-image-50362"/><figcaption>Delegada de Polícia Civil, Joelma Stang.</figcaption></figure>
<p><a class="a2a_button_whatsapp" href="https://www.addtoany.com/add_to/whatsapp?linkurl=https%3A%2F%2Ftvgc.com.br%2Fquando-a-violencia-deixa-de-ser-mascarada-e-impacta%2F&amp;linkname=Quando%20a%20viol%C3%AAncia%20deixa%20de%20ser%20mascarada%20e%20impacta" title="WhatsApp" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_facebook" href="https://www.addtoany.com/add_to/facebook?linkurl=https%3A%2F%2Ftvgc.com.br%2Fquando-a-violencia-deixa-de-ser-mascarada-e-impacta%2F&amp;linkname=Quando%20a%20viol%C3%AAncia%20deixa%20de%20ser%20mascarada%20e%20impacta" title="Facebook" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_twitter" href="https://www.addtoany.com/add_to/twitter?linkurl=https%3A%2F%2Ftvgc.com.br%2Fquando-a-violencia-deixa-de-ser-mascarada-e-impacta%2F&amp;linkname=Quando%20a%20viol%C3%AAncia%20deixa%20de%20ser%20mascarada%20e%20impacta" title="Twitter" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_linkedin" href="https://www.addtoany.com/add_to/linkedin?linkurl=https%3A%2F%2Ftvgc.com.br%2Fquando-a-violencia-deixa-de-ser-mascarada-e-impacta%2F&amp;linkname=Quando%20a%20viol%C3%AAncia%20deixa%20de%20ser%20mascarada%20e%20impacta" title="LinkedIn" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a><a class="a2a_button_copy_link" href="https://www.addtoany.com/add_to/copy_link?linkurl=https%3A%2F%2Ftvgc.com.br%2Fquando-a-violencia-deixa-de-ser-mascarada-e-impacta%2F&amp;linkname=Quando%20a%20viol%C3%AAncia%20deixa%20de%20ser%20mascarada%20e%20impacta" title="Copy Link" rel="nofollow noopener" target="_blank"></a></p><p>O post <a rel="nofollow" href="https://tvgc.com.br/quando-a-violencia-deixa-de-ser-mascarada-e-impacta/">Quando a violência deixa de ser mascarada e impacta</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://tvgc.com.br">TVGC</a>.</p>
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