Há dez anos começava uma nova era para o jornalismo. A imprensa escrita deve se reinventar, econômica e jornalisticamente. O jornal se tornou cada vez menos a mídia automática de antes.
Se para os grandes jornais a situação é esta, pode-se imaginar o que se passa com aqueles que tem edições semanais. A sobrevivência de jornais dessa natureza está calcada nos anúncios comerciais, nos assinantes que querem ter em casa um papel para a acender o fogo do churrasco de fim de semana. Isto acontece com os que tomam posições políticas, esquecem de sua missão de manter o sentido de bem informar independente de ideologias ou preferências políticas.
Os jornais com estas características estão fadados a desaparecer pela perda de seus melhores jornalistas e qualidade dos temas tratados, ou por insistir em chamar de “apedeuta” um presidente da República eleito por três vezes pelo voto popular. A bem da verdade, apedeuta é quem propaga serviços prestados na Amazônia e sequer menciona a herança maldita que ajudou a construir.




